O chefe da 17ª Regional de Saúde, José Carlos Moraes, confirmou a normalidade do abastecimento do remédio Gilenya, destinado a pessoas que sofrem de esclerose múltipla, a partir desta segunda-feira (23). Segundo a pasta, nos 21 municípios atendidos pela regional, com uma população em torno de 980 mil pessoas, em torno de 200 possuem a doença autoimune, que afeta o cérebro, nervos e a medula espinhal.
Na última semana, o medicamento esteve em falta na farmácia da 17ª RS devido a um impasse judicial, o que atrasou o fornecimento do Gilenya. "Infelizmente, aconteceu esse atraso. É um remédio de uso contínuo e o paciente não pode deixar de tomar porque podem acontecer inúmeras disfunções devido à esclerose", disse.
Moraes explicou que cada caixa do medicamento dura em torno de três meses. "Existe uma agenda de entrega de acordo com o pedido de cada paciente. Não são todos que vêm procurar o medicamento ao mesmo tempo e infelizmente na última semana quem precisou teve esse desconforto.
O Gilenya faz parte da chamada "cesta básica" é distribuído de graça pelo Ministério da Saúde. O que causou o temor de quem precisa do remédio é porque uma caixa do produto custa em torno de R$ 6 a R$ 8 mil. "Nunca aconteceu a falta desse medicamento. Já estávamos fazendo uma compra emergencial, mas o Ministério resolveu essa questão judicial e o fornecimento fica regularizado a partir de segunda", completou Moraes, informando que foi até Curitiba no fim da última semana para buscar em torno de 500 caixas do Gilenya. "Essa quantidade deve abastecer os nossos pacientes pelos próximos dois trimestres", finalizou.
Na última semana, o medicamento esteve em falta na farmácia da 17ª RS devido a um impasse judicial, o que atrasou o fornecimento do Gilenya. "Infelizmente, aconteceu esse atraso. É um remédio de uso contínuo e o paciente não pode deixar de tomar porque podem acontecer inúmeras disfunções devido à esclerose", disse.
Moraes explicou que cada caixa do medicamento dura em torno de três meses. "Existe uma agenda de entrega de acordo com o pedido de cada paciente. Não são todos que vêm procurar o medicamento ao mesmo tempo e infelizmente na última semana quem precisou teve esse desconforto.
O Gilenya faz parte da chamada "cesta básica" é distribuído de graça pelo Ministério da Saúde. O que causou o temor de quem precisa do remédio é porque uma caixa do produto custa em torno de R$ 6 a R$ 8 mil. "Nunca aconteceu a falta desse medicamento. Já estávamos fazendo uma compra emergencial, mas o Ministério resolveu essa questão judicial e o fornecimento fica regularizado a partir de segunda", completou Moraes, informando que foi até Curitiba no fim da última semana para buscar em torno de 500 caixas do Gilenya. "Essa quantidade deve abastecer os nossos pacientes pelos próximos dois trimestres", finalizou.