O técnico do Corinthians, Osmar Loss, diz encarar com naturalidade as oscilações do time no Campeonato Brasileiro. Na sua avaliação, a equipe paulista estará em melhor nível depois da parada para a Copa do Mundo na Rússia. Os alvinegros ainda enfrentam o Bahia, nesta quarta-feira, em Salvador, antes do Mundial.
"O nível de exigência é cada vez maior", analisou o treinador, vaiado ao final do empate sem gols contra o Vitória, no último sábado, em São Paulo, pela 11.ª rodada do Brasileirão. "O nível de exigência do Corinthians é muito alto. Ao final desta parada (para a Copa do Mundo), vamos colocar o Corinthians onde ele deve estar".
Questionado sobre as atuações apagadas do meia Rodriguinho, ele reconheceu que o time todo passa por um momento ruim. "O Rodriguinho continua com seu papel de liderança muito forte no vestiário. O Rodriguinho está em uma fase ruim, mas temos de olhar no lado coletivo. Ele está oscilando, assim como toda a equipe".
Para Osmar Loss, explicam essas oscilações questões como os desfalques do time e o calendário apertado. "Ter o grupo inteiro à disposição faz muita diferença. Jogadores lesionados, seleção e uma série de fatores. A gente joga com os jogadores que temos. Confiamos neles. E a falta de tempo para treinar atrapalha mais do que os desfalques porque treinamento é fundamental. Isso nos atrapalha muito". (Agência Estado)
"O nível de exigência é cada vez maior", analisou o treinador, vaiado ao final do empate sem gols contra o Vitória, no último sábado, em São Paulo, pela 11.ª rodada do Brasileirão. "O nível de exigência do Corinthians é muito alto. Ao final desta parada (para a Copa do Mundo), vamos colocar o Corinthians onde ele deve estar".
Questionado sobre as atuações apagadas do meia Rodriguinho, ele reconheceu que o time todo passa por um momento ruim. "O Rodriguinho continua com seu papel de liderança muito forte no vestiário. O Rodriguinho está em uma fase ruim, mas temos de olhar no lado coletivo. Ele está oscilando, assim como toda a equipe".
Para Osmar Loss, explicam essas oscilações questões como os desfalques do time e o calendário apertado. "Ter o grupo inteiro à disposição faz muita diferença. Jogadores lesionados, seleção e uma série de fatores. A gente joga com os jogadores que temos. Confiamos neles. E a falta de tempo para treinar atrapalha mais do que os desfalques porque treinamento é fundamental. Isso nos atrapalha muito". (Agência Estado)