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Conselho Tutelar se vê de mãos atadas

21 ago 2016 às 23:05
A conselheira tutelar Jaqueline Hipolito, 36 anos, no cargo há cinco anos, confessa: "Existe uma barreira entre nós. Tentamos atuar, mas há agressividade e resistência. Falam que não atendem nossa língua e se dispersam." Para a conselheira, o dinheiro fácil reforça o costume de pedirem. "Estamos em contato direto com o Ministério Público, mas a resistência prevalece. Devemos conscientizar a população e muitas vezes é a própria sociedade que nos aciona, indicando que estão nos semáforos, por exemplo." (W.V.)

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