Muita gente vive uma fase profissional em que surge aquela dúvida tradicional: quando é a hora de mudar de empresa ou de carreira? Quando é que percebemos que é hora de partir para outra e começar a fazer algo que realmente traga sentindo para nossa vida? Escolher uma profissão não é tarefa fácil – e não é raro que se perceba isso apenas depois de estar estabelecido em uma área de trabalho que não garante a realização profissional. Nessas horas, mudar de carreira pode ser a solução.
Nem todo mundo muda de profissão por perder a paixão pela área. Problemas no mercado – como falta de opção de emprego ou baixa remuneração – são motivos fortes para a mudança. É importante ampliar o horizonte dentro da sua área de origem para tentar encontrar um nicho mais confortável na profissão que escolheu.
Raphaella Majérus, 31 anos, está em sua segunda graduação, mas não abandonou o jaleco. Hoje, ela está cursando a faculdade de Medicina Veterinária, porque o amor extremo pelos animais sempre fez parte da sua vida e a vontade de ajudá-los também. Porém, a sua primeira graduação foi em Fisioterapia. "Quando cursei Fisioterapia, entrei no curso por impulso. Eu era muito nova e tinha medo de não conseguir passar em nenhuma outra universidade", conta.
Algumas pessoas encaram a mudança com certo receio, principalmente no início, mas mudar também tem pontos bem positivos. Raphaella enxerga a trajetória dessa maneira e ainda pretende agregar as duas profissões e atuar como Fisioterapeuta Veterinária. "Mesmo com todas as dificuldades e com as decepções envolvendo a minha primeira graduação, eu não pretendo abandoná-la. Afinal, foram cinco anos de estudo".
A história de Raphaella se repete. Uma pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva revela que 56% dos trabalhadores com carteira assinada estão insatisfeitos com seu emprego. O equivalente a 18,7 milhões de pessoas. O momento certo para escolher uma nova profissão é realmente complicado. Então é importante buscar o autoconhecimento, dar atenção à metodologia de ensino, visitar feiras profissionais e conversar com profissionais experientes.
Nem todo mundo muda de profissão por perder a paixão pela área. Problemas no mercado – como falta de opção de emprego ou baixa remuneração – são motivos fortes para a mudança. É importante ampliar o horizonte dentro da sua área de origem para tentar encontrar um nicho mais confortável na profissão que escolheu.
Raphaella Majérus, 31 anos, está em sua segunda graduação, mas não abandonou o jaleco. Hoje, ela está cursando a faculdade de Medicina Veterinária, porque o amor extremo pelos animais sempre fez parte da sua vida e a vontade de ajudá-los também. Porém, a sua primeira graduação foi em Fisioterapia. "Quando cursei Fisioterapia, entrei no curso por impulso. Eu era muito nova e tinha medo de não conseguir passar em nenhuma outra universidade", conta.
Algumas pessoas encaram a mudança com certo receio, principalmente no início, mas mudar também tem pontos bem positivos. Raphaella enxerga a trajetória dessa maneira e ainda pretende agregar as duas profissões e atuar como Fisioterapeuta Veterinária. "Mesmo com todas as dificuldades e com as decepções envolvendo a minha primeira graduação, eu não pretendo abandoná-la. Afinal, foram cinco anos de estudo".
A história de Raphaella se repete. Uma pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva revela que 56% dos trabalhadores com carteira assinada estão insatisfeitos com seu emprego. O equivalente a 18,7 milhões de pessoas. O momento certo para escolher uma nova profissão é realmente complicado. Então é importante buscar o autoconhecimento, dar atenção à metodologia de ensino, visitar feiras profissionais e conversar com profissionais experientes.