Para muitas pessoas, ano a ano o Natal é aguardado com ansiedade. Os votos de alegria, paz e união dividem a expectativa por presentes. Ou, em tempos em que a economia exige, lembrancinhas.
Mesmo com o 13º no bolso, os planos de consumo da maioria parecem retraídos. Pelas ruas do comércio de Londrina, o NOSSODIA registrou hábitos e perspectivas dos consumidores. A dona de casa Claudinéia Aparecida dos Santos Cruz, 31 anos, fazia um lanche com a família no centro. Perto de dar à luz uma menina, diz que o foco da família está nos preparativos para a bebê. Por outro lado, os outros dois filhos do casal, Maycon Douglas, 7 anos, e Bernardo, de 2, já sabem que esse é o mês do Papai Noel. "Vou comprar roupas e calçados porque precisam." Para o agrado dos meninos, a moradora do Avelino Vieira (zona oeste) promete escolher peças de personagens dos desenhos que gostam. "Lá em casa só meu marido trabalha, ele é mecânico e já avisou que é pra pisar no freio". A vendedora de sonhos Marta Perussi, 50 anos, tem os pés no chão e é categórica: "Não somos escravos de datas comerciais. Damos quando podemos e as crianças não são de pedir." E as reuniões de família, durante todo o ano, seguem uma tradição: "Cada um leva um prato, quem toma cerveja leva cerveja, quem toma refrigerante, também." A dona de casa e moradora do Alexandre Urbanas (zona leste), Sueli de Oliveira, 49 anos, explica que reservou R$200 para presentear as crianças da família. "Uns brinquedinhos pra enganar, pra dizer que não deu nada. No fundo, eles querem saber do churrasco. É a alegria deles: churrasco e pastel e a massa eu que faço", orgulha-se.
Mesmo com o 13º no bolso, os planos de consumo da maioria parecem retraídos. Pelas ruas do comércio de Londrina, o NOSSODIA registrou hábitos e perspectivas dos consumidores. A dona de casa Claudinéia Aparecida dos Santos Cruz, 31 anos, fazia um lanche com a família no centro. Perto de dar à luz uma menina, diz que o foco da família está nos preparativos para a bebê. Por outro lado, os outros dois filhos do casal, Maycon Douglas, 7 anos, e Bernardo, de 2, já sabem que esse é o mês do Papai Noel. "Vou comprar roupas e calçados porque precisam." Para o agrado dos meninos, a moradora do Avelino Vieira (zona oeste) promete escolher peças de personagens dos desenhos que gostam. "Lá em casa só meu marido trabalha, ele é mecânico e já avisou que é pra pisar no freio". A vendedora de sonhos Marta Perussi, 50 anos, tem os pés no chão e é categórica: "Não somos escravos de datas comerciais. Damos quando podemos e as crianças não são de pedir." E as reuniões de família, durante todo o ano, seguem uma tradição: "Cada um leva um prato, quem toma cerveja leva cerveja, quem toma refrigerante, também." A dona de casa e moradora do Alexandre Urbanas (zona leste), Sueli de Oliveira, 49 anos, explica que reservou R$200 para presentear as crianças da família. "Uns brinquedinhos pra enganar, pra dizer que não deu nada. No fundo, eles querem saber do churrasco. É a alegria deles: churrasco e pastel e a massa eu que faço", orgulha-se.
Economia Solidária é alternativa de presente
Para diferentes bolsos e gostos, empreendedores da Economia Solidária prepararam opções especiais para este ano. Na versão mini, o panetone é uma das atrações da casa. Há ainda bolachinhas de especiarias, geleias, panetones no pote e porta-panetones para deixar a mensa ainda mais bonita.
O detalhe é que todos os itens ofertados são feitos artesanalmente, o que dá um toque personalizado ao mimo. Há quatro meses no programa, a empreendedora Priscila de Souza comercializa buchas vegetais e verduras livres de agrotóxicos. Para o período, dá uma sugestão que está em seu mix: "Também faço aromatizantes de ambientes e são uma alternativa muito bacana, pois deixar o ambiente com uma fragrância agradável é desejo de todos". A artesã Laís Elizabete Almeida Silva não esconde o prazer de ver a aceitação comercial de suas produções. Ao lado de sua mãe, Laís, faz guirlandas e árvores de natal de patchwork embutido. "Nosso negócio são as bonecas de pano, mas no ano passado fiz as árvores para presentear e recebi pedido de amigos.
Então, decidi somar à produção das bonecas
essas peças e está bem bacana."
Os produtos do programa são vendidos no Centro Público de Economia Solidária, na Avenida Rio de Janeiro 1.278 e na Casa Café e Arte, na praça Sete de Setembro. (W.V.)
Para diferentes bolsos e gostos, empreendedores da Economia Solidária prepararam opções especiais para este ano. Na versão mini, o panetone é uma das atrações da casa. Há ainda bolachinhas de especiarias, geleias, panetones no pote e porta-panetones para deixar a mensa ainda mais bonita.
O detalhe é que todos os itens ofertados são feitos artesanalmente, o que dá um toque personalizado ao mimo. Há quatro meses no programa, a empreendedora Priscila de Souza comercializa buchas vegetais e verduras livres de agrotóxicos. Para o período, dá uma sugestão que está em seu mix: "Também faço aromatizantes de ambientes e são uma alternativa muito bacana, pois deixar o ambiente com uma fragrância agradável é desejo de todos". A artesã Laís Elizabete Almeida Silva não esconde o prazer de ver a aceitação comercial de suas produções. Ao lado de sua mãe, Laís, faz guirlandas e árvores de natal de patchwork embutido. "Nosso negócio são as bonecas de pano, mas no ano passado fiz as árvores para presentear e recebi pedido de amigos.
Então, decidi somar à produção das bonecas
essas peças e está bem bacana."
Os produtos do programa são vendidos no Centro Público de Economia Solidária, na Avenida Rio de Janeiro 1.278 e na Casa Café e Arte, na praça Sete de Setembro. (W.V.)