Com quatro ausências, 14 vereadores aprovaram o pedido de prorrogação de prazo para que a Secretaria municipal de Governo e Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) deliberem sobre o projeto que regulamenta o Uber em Londrina, de autoria do vereador Rony. As pastas têm 30 dias para dar uma posição sobre a proposta, em trâmite na Câmara desde o início de fevereiro.
Depois desse período, a matéria deve voltar para a Comissão de Justiça, que preferiu não adiantar o voto e esperar manifestações da Secretaria de Governo e CMTU. Logo depois, a análise ainda será feita nas comissões de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico e Administração. Entre os principais pontos, está a cobrança de tributos e encargos administrativos tanto do Provedor de Rede de Compartilhamento (PRC) quanto do motorista, o que exigirá os respectivos registros perante o órgão municipal competente.
Enquanto a discussão está parada no Legislativo, os condutores do Uber colecionam confusões com os principais opositores, os taxistas. O último episódio ocorreu no final de março, quando um Uber foi agredido nas imediações do Parque Ney Braga, na saída de Londrina para Cambé. Segundo a vítima, o impasse teria começado depois dele ter sido impedido de pegar um passageiro em uma casa de shows. A própria CMTU instaurou um procedimento administrativo para apurar o caso. O resultado deve sair em até 30 dias. (Rafael Machado/Grupo Folha)
Depois desse período, a matéria deve voltar para a Comissão de Justiça, que preferiu não adiantar o voto e esperar manifestações da Secretaria de Governo e CMTU. Logo depois, a análise ainda será feita nas comissões de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico e Administração. Entre os principais pontos, está a cobrança de tributos e encargos administrativos tanto do Provedor de Rede de Compartilhamento (PRC) quanto do motorista, o que exigirá os respectivos registros perante o órgão municipal competente.
Enquanto a discussão está parada no Legislativo, os condutores do Uber colecionam confusões com os principais opositores, os taxistas. O último episódio ocorreu no final de março, quando um Uber foi agredido nas imediações do Parque Ney Braga, na saída de Londrina para Cambé. Segundo a vítima, o impasse teria começado depois dele ter sido impedido de pegar um passageiro em uma casa de shows. A própria CMTU instaurou um procedimento administrativo para apurar o caso. O resultado deve sair em até 30 dias. (Rafael Machado/Grupo Folha)