Os ciclistas preferem se arriscar e dividir o asfalto com os veículos do que trafegar pela ciclovia no canteiro central da Avenida Saul Elkind, na zona norte de Londrina. O trecho entre os Conjuntos Parigot de Souza e Chefe Newton Guimarães (cerca de 1,3 km de extensão) está deteriorado. A pista destinada aos passeios ciclísticos foi construída há poucos anos. Em alguns pontos o calçamento até desapareceu.
Mas a destruição do piso não é o único problema enfrentado pelos ciclistas que ousam em circular pela ciclovia. Parte do canteiro foi arrancado pela água da chuva e a base que sustenta postes e árvores está vulnerável. A estrutura está tomada por areia e pedras soltas; porções de terra se deslocam das laterais sem qualquer sustentação. Situação que deixa a ciclovia escorregadia e perigosa.
Outro problema destacado pelos moradores e comerciantes da região é a falta de sinalização. Eles destacam a ausência de faixas de pedestres, principalmente em frente às guias rebaixadas. Idosos e jovens, acompanhados de crianças, inclusive em carrinhos de bebê, atravessam a Avenida Saul Elkind afobados para não serem atropelados.
"Muitas pessoas, principalmente crianças e idosos, atravessam a avenida em direção ao postinho (unidade básica de saúde Parigot de Souza). Até existe as guias rebaixadas, mas não há qualquer sinalização. Nem vertical, nem horizontal. Faz muita falta uma faixa de pedestre neste lugar (esquina com a rua Claudete de Souza)", comenta o vendedor Bruno Garcia. "Outro problema é a calçada toda destruída. Muitas pessoas reclamam após tropeçarem e caírem ao atravessar o canteiro", reforça ele.
Mas a destruição do piso não é o único problema enfrentado pelos ciclistas que ousam em circular pela ciclovia. Parte do canteiro foi arrancado pela água da chuva e a base que sustenta postes e árvores está vulnerável. A estrutura está tomada por areia e pedras soltas; porções de terra se deslocam das laterais sem qualquer sustentação. Situação que deixa a ciclovia escorregadia e perigosa.
Outro problema destacado pelos moradores e comerciantes da região é a falta de sinalização. Eles destacam a ausência de faixas de pedestres, principalmente em frente às guias rebaixadas. Idosos e jovens, acompanhados de crianças, inclusive em carrinhos de bebê, atravessam a Avenida Saul Elkind afobados para não serem atropelados.
"Muitas pessoas, principalmente crianças e idosos, atravessam a avenida em direção ao postinho (unidade básica de saúde Parigot de Souza). Até existe as guias rebaixadas, mas não há qualquer sinalização. Nem vertical, nem horizontal. Faz muita falta uma faixa de pedestre neste lugar (esquina com a rua Claudete de Souza)", comenta o vendedor Bruno Garcia. "Outro problema é a calçada toda destruída. Muitas pessoas reclamam após tropeçarem e caírem ao atravessar o canteiro", reforça ele.
‘Tenho medo de ir buscar meu neto’
Idosa, a dona de casa Vicentina Ribeiro da Silva, moradora do Residencial do Café, vai diariamente até o Conjunto José Giordano, localizado do outro lado da avenida, para buscar o neto na escola. Como enfrenta dificuldades para caminhar, sabe bem como é difícil superar o canteiro danificado. "É bem complicado. Há muitos buracos e sujeiras nele. Como faltam faixas de pedestre, tenho medo de ir buscar o meu neto, cair e ser atropelada com ele", releva dona Vicentina.
"Os jovens tentam e conseguem atravessar correndo, mas os mais velhos, como eu, não chegam ao outro lado com rapidez. Eu mesmo tenho muitos problemas nas pernas, passei por várias cirurgias e sinto dores até para caminhar", confessa a dona de casa, após deixar a farmácia. (P.M.)
Idosa, a dona de casa Vicentina Ribeiro da Silva, moradora do Residencial do Café, vai diariamente até o Conjunto José Giordano, localizado do outro lado da avenida, para buscar o neto na escola. Como enfrenta dificuldades para caminhar, sabe bem como é difícil superar o canteiro danificado. "É bem complicado. Há muitos buracos e sujeiras nele. Como faltam faixas de pedestre, tenho medo de ir buscar o meu neto, cair e ser atropelada com ele", releva dona Vicentina.
"Os jovens tentam e conseguem atravessar correndo, mas os mais velhos, como eu, não chegam ao outro lado com rapidez. Eu mesmo tenho muitos problemas nas pernas, passei por várias cirurgias e sinto dores até para caminhar", confessa a dona de casa, após deixar a farmácia. (P.M.)
CMTU
A assessoria de comunicação da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), segundo o diretor de trânsito, Emerson Pacheco, divulga que o mesmo trecho - entre os Conjuntos Parigot de Souza e Chefe Newton - ganhou uma nova sinalização recentemente. O setor desconhecia, até então, a falta de pinturas e placas de trânsito neste percurso. Mesmo assim, o diretor de trânsito da CMTU se prontificou a encaminhar uma equipe técnica até o local para avaliar a situação e, caso sejam confirmadas as irregularidades, será executado um novo serviço em breve. Desde a última terça-feira (18), o NOSSODIA tenta repassar a situação da ciclovia ao secretário municipal de Obras, Fernando Tunouti, e saber dele se existe algum trabalho de revitalização para o local. Porém, até o fim da tarde de quinta, ele não havia retornado aos telefonemas da reportagem. (P.M.)
A assessoria de comunicação da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), segundo o diretor de trânsito, Emerson Pacheco, divulga que o mesmo trecho - entre os Conjuntos Parigot de Souza e Chefe Newton - ganhou uma nova sinalização recentemente. O setor desconhecia, até então, a falta de pinturas e placas de trânsito neste percurso. Mesmo assim, o diretor de trânsito da CMTU se prontificou a encaminhar uma equipe técnica até o local para avaliar a situação e, caso sejam confirmadas as irregularidades, será executado um novo serviço em breve. Desde a última terça-feira (18), o NOSSODIA tenta repassar a situação da ciclovia ao secretário municipal de Obras, Fernando Tunouti, e saber dele se existe algum trabalho de revitalização para o local. Porém, até o fim da tarde de quinta, ele não havia retornado aos telefonemas da reportagem. (P.M.)