Se nada mudar nos próximos dias no Conjunto João Turquino, extremo Oeste de Londrina, os moradores prometem fechar acessos ao bairro em sinal de protesto contra a falta de melhorias e também contra a velocidade dos ônibus que circulam pela região.
O João Turquino é um dos conjuntos mais afastados do Centro da cidade. A comunidade reclama que as famílias pagam seus impostos, mas não recebem nenhuma retribuição em serviços públicos por parte do poder público. As ruas do bairro estão destruídas, o mato alto está presente em toda a parte, não há áreas de lazer para as crianças... Isso para citar apenas alguns problemas.
Na esquina das Ruas Maria Serrato Batista e Mauri Strine não há sinalizações horizontais de trânsito. Os moradores colocaram galhos para alertar os motoristas sobre problemas no asfalto e os riscos de colisões. "Aqui tem muitos acidentes. Esses dias, uma moto atropelou meus dois sobrinhos. Um cortou o braço e outro quebrou o pé", afirmou o pedreiro Milton Guimarães. "Quando chove, a água fica empossada na esquina", mostrou ele.
Outra situação destacada pelos moradores é a velocidade com que os ônibus circulam pelo bairro. "É um absurdo a pressa que os motoristas passam por aqui. Não são todos, mas um ou outro não está nem aí", denunciou o pedreiro Francisco Vicente. "Por causa do peso dos ônibus, nossa rua (Maria Serrato Batista) está esburacada. Até as casas estão rachando com a velocidade e o peso dos coletivos", apontou o morador. "Se continuar como está, vamos fechar a passagem dos ônibus em protesto", avisou.
Outra rua em que o asfalto foi embora há muito tempo é a Djalma Marques Cauã. "Já perdi as contas de quantas vezes liguei pra Prefeitura vir arrumá-la. Essa rua nunca foi reformada desde que o bairro foi inaugurado", acusou Maria das Graças. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)
O João Turquino é um dos conjuntos mais afastados do Centro da cidade. A comunidade reclama que as famílias pagam seus impostos, mas não recebem nenhuma retribuição em serviços públicos por parte do poder público. As ruas do bairro estão destruídas, o mato alto está presente em toda a parte, não há áreas de lazer para as crianças... Isso para citar apenas alguns problemas.
Na esquina das Ruas Maria Serrato Batista e Mauri Strine não há sinalizações horizontais de trânsito. Os moradores colocaram galhos para alertar os motoristas sobre problemas no asfalto e os riscos de colisões. "Aqui tem muitos acidentes. Esses dias, uma moto atropelou meus dois sobrinhos. Um cortou o braço e outro quebrou o pé", afirmou o pedreiro Milton Guimarães. "Quando chove, a água fica empossada na esquina", mostrou ele.
Outra situação destacada pelos moradores é a velocidade com que os ônibus circulam pelo bairro. "É um absurdo a pressa que os motoristas passam por aqui. Não são todos, mas um ou outro não está nem aí", denunciou o pedreiro Francisco Vicente. "Por causa do peso dos ônibus, nossa rua (Maria Serrato Batista) está esburacada. Até as casas estão rachando com a velocidade e o peso dos coletivos", apontou o morador. "Se continuar como está, vamos fechar a passagem dos ônibus em protesto", avisou.
Outra rua em que o asfalto foi embora há muito tempo é a Djalma Marques Cauã. "Já perdi as contas de quantas vezes liguei pra Prefeitura vir arrumá-la. Essa rua nunca foi reformada desde que o bairro foi inaugurado", acusou Maria das Graças. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)
TCGL apura ônibus a ônibus
O assessor de imprensa da Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL) informou que os ônibus da linha 314 0 Olímpica estavam sendo periciados para que pudesse ser idenficado se, de fato, algum motorista estaria excedendo o limite de velocidade. Como são vários motoristas e veículos, a assessoria observou que o trabalho de apuração de tacógrafos, frenagens e GPSs (Global Positioning System) de cada unidade levará alguns dias. (P.M.)
Secretaria vai avaliar
O secretário municipal de Obras, Walmir Matos, afirmou ao NOSSODIA que uma equipe irá até o João Turquino nesta semana para avaliar a situação. "Trabalhamos para atender todos os bairros de Londrina, mas não posso ainda definir uma data para este em especial. Existem critérios seletivos para a recuperação do asfalto, que devem ser respeitados", explicou Matos. Ele comentou que a Prefeitura sofre com a falta de recursos, mas que até o meio do ano a expectativa é de conseguir maior agilidade no trabalho de recuperação do asfalto.
A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) também foi procurada, na última sexta, sobre a falta de sinalização de trânsito e o mato alto no bairro. Porém, não deu satisfação até o fechamento desta edição. (P.M.)
A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) também foi procurada, na última sexta, sobre a falta de sinalização de trânsito e o mato alto no bairro. Porém, não deu satisfação até o fechamento desta edição. (P.M.)