Um centro comunitário que já acolheu festas de aniversário, juninas e de casamento, além de reuniões, aulas para reforço escolar, catecismo e atividades físicas variadas, hoje é motivo de vergonha e reclamação para os moradores do Conjunto Parigot de Souza 2, localizado na esquina das ruas Tomás Pereira Machado e Valdir de Azevedo, na Zona Norte de Londrina. Com as paredes pichadas, os vidros quebrados, o alambrado torto e muita sujeira, o espaço é utilizado como esconderijo para criminosos e mocó para usuários de drogas.
A situação que entristece o casal de pioneiros do bairro, Antônio de Castro, 70 anos, e dona Natália Simeoni, 69 anos. Eles chegaram ao Parigot em 1978, quando as primeiras casas foram entregues à população. Desde então, acompanharam e utilizaram por muitos anos o centro comunitário.
"Nos dá vergonha ver ele desse jeito. Hoje, quem se aproveita desta bagunça são os maloqueiros da região para fazer ‘coisa’ errada", lamenta Antônio. "Estamos abandonados nesse lugar. Faz muito tempo que nenhum prefeito arruma este centro comunitário pra gente", reclama dona Natália. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)
A situação que entristece o casal de pioneiros do bairro, Antônio de Castro, 70 anos, e dona Natália Simeoni, 69 anos. Eles chegaram ao Parigot em 1978, quando as primeiras casas foram entregues à população. Desde então, acompanharam e utilizaram por muitos anos o centro comunitário.
"Nos dá vergonha ver ele desse jeito. Hoje, quem se aproveita desta bagunça são os maloqueiros da região para fazer ‘coisa’ errada", lamenta Antônio. "Estamos abandonados nesse lugar. Faz muito tempo que nenhum prefeito arruma este centro comunitário pra gente", reclama dona Natália. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)
Situação de abandono fica "na cara" de quem passa em frente ao centro comunitário

O amplo salão que poderia servir aos moradores, hoje é usado só pela "galera" que faz coisa errada
Resposta
De acordo com o diretor de gestão de bens municipais, Sebastião Vicente Amâncio, já existe um processo na Secretaria de Educação para o aproveitamento e utilização do espaço para a realização de atividades pedagógicas. Porém, ele informa que ainda não há uma previsão de quando as obras será iniciadas. A diretora de planejamento da Secretaria de Educação, Viviane Pitz, confirma que foi feita a solicitação de anexação do espaço à escola municipal Juliano Stinghen, localizada ao lado. Segundo Viviane, ainda será elaborado um projeto para a reforma do centro comunitário. O objetivo é oferecer aulas extras aos alunos da escola. (P.M.)