Jurandir Ramos Júnior, de 35 anos, preso na última sexta acusado de matar o professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Sérgio Paulo Adolfo, em 26 de agosto, foi encontrado após a polícia cruzar ligações feitas e recebidas pelo telefone celular da vítima. Segundo a Polícia Civil, o suspeito confessou o crime e alegou ter agido em legítima defesa, após uma briga em um quarto de motel da Zona Norte de Londrina. Câmeras do motel onde aconteceu o crime também ajudaram na identificação do suspeito.
Ramos Júnior estava em um pensionato na Vila Nova e não resistiu à prisão. Ele afirmou à Polícia que conheceu o professor em um bar e que estavam saindo juntos havia dois meses. "Ele informou que a vítima o estava assediando de forma aberta, inclusive ligando no seu local de trabalho, passando em frente a sua casa. Contou ainda que dentro do motel houve uma desavença. O professor teria partido para cima dele o agredindo e para se defender ele desferiu dois socos no rosto da vítima, o que se confirmou no exame de corpo de delito. A vítima teria começado a gritar, segundo o Jurandir, e ele se apavorou e acabou matando o professor por esganadura", detalhou o delegado chefe da 10ª Subdivisão Policial (SDP), Márcio Amaro.
O suspeito declarou ainda que ao perceber que o professor estava morto, ele colocou o corpo no banco de trás do carro da própria vítima, que foi encontrado abandonado próxima a um shopping da Zona Norte. Ramos Júnior negou que tenha roubado os pertences pessoais do professor.
O suspeito preso já foi condenado por roubo em Foz do Iguaçu. Ele foi indiciado por homicídio qualificado, crime cuja pena varia de 12 a 30 anos de prisão. (Lúcio Flávio Cruz/Folha de Londrina)
Ramos Júnior estava em um pensionato na Vila Nova e não resistiu à prisão. Ele afirmou à Polícia que conheceu o professor em um bar e que estavam saindo juntos havia dois meses. "Ele informou que a vítima o estava assediando de forma aberta, inclusive ligando no seu local de trabalho, passando em frente a sua casa. Contou ainda que dentro do motel houve uma desavença. O professor teria partido para cima dele o agredindo e para se defender ele desferiu dois socos no rosto da vítima, o que se confirmou no exame de corpo de delito. A vítima teria começado a gritar, segundo o Jurandir, e ele se apavorou e acabou matando o professor por esganadura", detalhou o delegado chefe da 10ª Subdivisão Policial (SDP), Márcio Amaro.
O suspeito declarou ainda que ao perceber que o professor estava morto, ele colocou o corpo no banco de trás do carro da própria vítima, que foi encontrado abandonado próxima a um shopping da Zona Norte. Ramos Júnior negou que tenha roubado os pertences pessoais do professor.
O suspeito preso já foi condenado por roubo em Foz do Iguaçu. Ele foi indiciado por homicídio qualificado, crime cuja pena varia de 12 a 30 anos de prisão. (Lúcio Flávio Cruz/Folha de Londrina)