De acordo com a prima do rapaz, Taís de Lima, 25 anos, o jovem aparentava estar fora de si quando começou a dar trabalho para os parentes. "Por volta das 10 horas, ele tentou agredir todo mundo. Daí chamamos a Polícia, mas o Matheus acabou saindo e não foi encontrado. Lá pelas 13 horas, ele voltou transtornado, me deu um murro na testa e xingou a mãe, que o empurrou pra fora de casa com uma pá", relembrou Taís. Sobrou até para a vizinha Rosemeire Loure, 31 anos.
arrependimento
Horas depois, algemado na delegacia, Matheus demonstrou arrependimento e contou sua a versão. "Eu tinha passado a noite inteira tomando uísque na balada e fumei maconha de manhãzinha. Eu já estava dormindo no meu quarto quando meu padrasto veio me tirar da cama, me xingando. Foi aí que começou tudo. Depois não me lembro direito o que aconteceu", relatou o jovem, mostrando ferimentos nos braços e nas pernas, supostamente causados por agressões.
O suspeito afirmou que é vidraceiro e chorou ao lembrar do filho. "Eu queria ver ele hoje. Meu filho tem seis meses e mora com a mãe em Apucarana", acrescentou. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)