O grande ipê rosa plantado logo na entrada da UBS do jardim Bandeirantes foi eleito pelos funcionários como símbolo da unidade que acaba de completar 40 anos de funcionamento. Assim como a árvore, ao longo das quatro décadas a UBS foi aumentando de porte, floresceu e criou fortes raízes. Hoje, é referência em saúde para uma população de cerca de 16 mil habitantes de mais de dez bairros da zona oeste de Londrina.
A unidade foi inaugurada em 1977, junto à creche Matilde Vicentini. Só em 1990 ganhou uma sede própria, no prédio onde está hoje, na rua Serra da Graciosa, 700. Foi a segunda UBS do município, instalada logo depois da unidade da Vila Nova (Centro) e, no início, o bairro ainda tinha pouca infraestrutura. As casas eram todas de madeira, e as ruas, sem asfalto. Em dias secos, o problema era a poeira e, nos dias chuvosos, a lama impedia a circulação dos ônibus do transporte público.
"Cheguei em 1969 aqui no jardim Bandeirantes. Vim visitar minha irmã, que morava aqui, e achei tudo muito feio. Muito barro e pó. Mas pouco depois acabei vindo morar aqui também", conta a aposentada Elza de Carvalho Pereira, 79 anos. Dos três filhos dela, dois sofriam de bronquite e o atendimento médico mais próximo ficava na região central.
De lá para cá, as coisas mudaram bastante. O acesso à saúde melhorou e hoje a aposentada conta com uma equipe de profissionais do Programa Saúde da Família que a atende em casa. "Sou usuária da unidade do jardim Bandeirantes e sempre fui muito bem atendida aqui. Como não estou conseguindo andar muito, as meninas vão lá em casa. Meu marido que é diabético há 30 anos também é acompanhado pela equipe. Eles vão em casa colher o material para os exames e fazer os testes de glicose. Toda a vida me atenderam muito bem, fazendo até mais do que deveriam", elogia Pereira.
"A gente atende todo mundo, mas tem as pessoas com quem criamos um vínculo mais forte", disse uma das agentes de saúde Ana Célia Koscosqui. Conforme a proposta de equidade do SUS (Sistema Único de Saúde), o acompanhamento é mais intensivo para aqueles que necessitam mais. "No jardim São Francisco, que é considerado uma área de risco pela distância da UBS, um médico vai até o centro comunitário a cada 15 dias e faz a consulta lá, onde também foi montada uma farmácia para que as pessoas não precisem ir até a unidade para buscar os remédios", lembrou a agente de saúde Daniele Helbel Roberti. (Simoni Saris/Grupo Folha)
A unidade foi inaugurada em 1977, junto à creche Matilde Vicentini. Só em 1990 ganhou uma sede própria, no prédio onde está hoje, na rua Serra da Graciosa, 700. Foi a segunda UBS do município, instalada logo depois da unidade da Vila Nova (Centro) e, no início, o bairro ainda tinha pouca infraestrutura. As casas eram todas de madeira, e as ruas, sem asfalto. Em dias secos, o problema era a poeira e, nos dias chuvosos, a lama impedia a circulação dos ônibus do transporte público.
"Cheguei em 1969 aqui no jardim Bandeirantes. Vim visitar minha irmã, que morava aqui, e achei tudo muito feio. Muito barro e pó. Mas pouco depois acabei vindo morar aqui também", conta a aposentada Elza de Carvalho Pereira, 79 anos. Dos três filhos dela, dois sofriam de bronquite e o atendimento médico mais próximo ficava na região central.
De lá para cá, as coisas mudaram bastante. O acesso à saúde melhorou e hoje a aposentada conta com uma equipe de profissionais do Programa Saúde da Família que a atende em casa. "Sou usuária da unidade do jardim Bandeirantes e sempre fui muito bem atendida aqui. Como não estou conseguindo andar muito, as meninas vão lá em casa. Meu marido que é diabético há 30 anos também é acompanhado pela equipe. Eles vão em casa colher o material para os exames e fazer os testes de glicose. Toda a vida me atenderam muito bem, fazendo até mais do que deveriam", elogia Pereira.
"A gente atende todo mundo, mas tem as pessoas com quem criamos um vínculo mais forte", disse uma das agentes de saúde Ana Célia Koscosqui. Conforme a proposta de equidade do SUS (Sistema Único de Saúde), o acompanhamento é mais intensivo para aqueles que necessitam mais. "No jardim São Francisco, que é considerado uma área de risco pela distância da UBS, um médico vai até o centro comunitário a cada 15 dias e faz a consulta lá, onde também foi montada uma farmácia para que as pessoas não precisem ir até a unidade para buscar os remédios", lembrou a agente de saúde Daniele Helbel Roberti. (Simoni Saris/Grupo Folha)