O Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria) investiga um professor de filosofia por assédio sexual contra adolescentes. O profissional, de 35 anos, dava aula de filosofia no colégio estadual Hugo Simas, Centro de Londrina. Ele foi preso em flagrante na manhã de quarta-feira por tráfico de drogas, no Conjunto Vale dos Tucanos, zona sul.
A delegada do Nucria Londrina, Lívia Graziela Pini, revela que investiga o professor desde fevereiro de 2016. "Por assédio sexual a adolescentes, que seriam alunas do colégio Hugo Simas. Segundo elas, o professor ainda participava de festas e oferecia drogas aos adolescentes", conta a delegada. "Apreendemos o celular e o computador de Hugo Fernando Ribeiro. Os aparelhos foram encaminhados para perícia e podem fornecer novas provas", explica.
Diante dos primeiros indícios, Lívia solicitou o mandado de busca e apreensão. "Porém policiais militares prenderam o professor por tráfico de drogas antes da determinação ser expedida pelo juiz. Na ocasião (abril de 2017), os policiais localizaram ele com dinheiro, porções de maconha, cocaína, ecstasy e LSD. Ele chegou a ser detido, mas, após audiência de custódia, foi colocado em liberdade com o uso de tornozeleira eletrônica para monitoramento", diz.
No início desta semana, a justiça expediu o mandado de busca e apreensão, executado pela Polícia Civil na residência do professor no Conjunto Vale dos Tucanos. "No imóvel foram encontrados 26 gramas de maconha e dois comprimidos de ecstasy, uma balança de precisão e embalagens, que poderiam ser usadas para fracionar drogas.
A delegada do Nucria Londrina, Lívia Graziela Pini, revela que investiga o professor desde fevereiro de 2016. "Por assédio sexual a adolescentes, que seriam alunas do colégio Hugo Simas. Segundo elas, o professor ainda participava de festas e oferecia drogas aos adolescentes", conta a delegada. "Apreendemos o celular e o computador de Hugo Fernando Ribeiro. Os aparelhos foram encaminhados para perícia e podem fornecer novas provas", explica.
Diante dos primeiros indícios, Lívia solicitou o mandado de busca e apreensão. "Porém policiais militares prenderam o professor por tráfico de drogas antes da determinação ser expedida pelo juiz. Na ocasião (abril de 2017), os policiais localizaram ele com dinheiro, porções de maconha, cocaína, ecstasy e LSD. Ele chegou a ser detido, mas, após audiência de custódia, foi colocado em liberdade com o uso de tornozeleira eletrônica para monitoramento", diz.
No início desta semana, a justiça expediu o mandado de busca e apreensão, executado pela Polícia Civil na residência do professor no Conjunto Vale dos Tucanos. "No imóvel foram encontrados 26 gramas de maconha e dois comprimidos de ecstasy, uma balança de precisão e embalagens, que poderiam ser usadas para fracionar drogas.
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
Segundo a delegada do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente, o professor é investigado por outro caso. "Ele é suspeito de violência doméstica, pois teria agredido a ex-esposa. A apuração por tráfico de drogas e assédio sexual continuam. Por enquanto, Hugo está preso em flagrante, mas estudamos representar pela sua prisão preventiva", adianta Lívia.
O Código Penal define o assédio sexual como constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função. Com pena de detenção de um dois anos. Ela pode ser aumentada em até um terço se a vítima é menor de 18. (P.M.)
Segundo a delegada do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente, o professor é investigado por outro caso. "Ele é suspeito de violência doméstica, pois teria agredido a ex-esposa. A apuração por tráfico de drogas e assédio sexual continuam. Por enquanto, Hugo está preso em flagrante, mas estudamos representar pela sua prisão preventiva", adianta Lívia.
O Código Penal define o assédio sexual como constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função. Com pena de detenção de um dois anos. Ela pode ser aumentada em até um terço se a vítima é menor de 18. (P.M.)