O aniversário de 83 anos de Londrina foi comemorado com muito esporte neste domingo (10). Pouco mais de mil atletas "invadiram" diversas ruas da zona sul da cidade para participarem da Prova Pedestre Cidade de Londrina, que em 2017 chegou à sua 16ª edição. O percurso se iniciou no Aterro do Lago Igapó, com trajetos de quatro e dez quilômetros, e foi marcado pelo equilíbrio nos tempos de corrida. Os vencedores receberam troféus, medalhas e aparelhos celulares como prêmios.
No quatro quilômetros feminino, a funcionária pública Franciele de Oliveira (tempo 00:14:10) conquistou o ouro. Mãe de dois filhos, ela divide seu tempo entre a vida familiar, profissional e a corrida de rua. "Não corria esta prova há três anos e foi um grande desafio, por conta da preparação. Sofri uma lesão na tíbia e ainda não me recuperei totalmente. Por isso, a vitória é em dobro", ressaltou ela, que é moradora de Astorga (Norte Central). No masculino, Michael de Paula Passos (00:12:21) foi o ganhador.
Já na corrida com o maior percurso, dez quilômetros, José Nascimento de Souza (00:35:05) se sagrou o vencedor. Correndo profissionalmente há 17 anos, ele já participou várias vezes da Prova Pedestre. "Sempre ficava entre segundo e terceiro, mas batia na trave. Esse ano consegui", comemorou. Para o atleta, o tempo foi um dos principais adversários da prova. "O calor estava grande, umidade baixa e muitas subidas", elencou. Entre as vias que receberam esta categoria, estiveram a avenida Harry Prochet e a rua da Canoagem.
Apesar do grande número de corredores, os participantes lamentaram a ausência de atletas de outros países. Para eles, a falta de uma premiação em dinheiro, o que já vinha acontecendo em outras edições, fez com que a prova perdesse a atratividade. "Mas o que importa é a emoção. Sempre é bom ganhar e o atleta precisa chegar bem para se manter motivado. É a terceira vez que participo e espero estar aqui ano que vem novamente comemorando o aniversário de Londrina", projetou Adriana Sutil da Costa (00:41:59), que faturou o primeiro lugar feminino no percurso de dez quilômetros. Professora, Costa também corre maratonas. Recentemente, foi a quarta colocada na Maratona Internacional de Assunção, no Paraguai.
A Prova Pedestre contou com a participação de moradores de outras regiões do Paraná e de outros Estados, como São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Além dos três primeiros colocados na classificação geral de cada percurso, foram premiados os melhores em categorias que variavam de 15 a 80 anos. "Foi uma corrida muito positiva, pois superamos a meta no número de inscritos e ocorreu tudo dentro do esperado", avaliou Gilberto Miranda, um dos organizadores da prova.
No quatro quilômetros feminino, a funcionária pública Franciele de Oliveira (tempo 00:14:10) conquistou o ouro. Mãe de dois filhos, ela divide seu tempo entre a vida familiar, profissional e a corrida de rua. "Não corria esta prova há três anos e foi um grande desafio, por conta da preparação. Sofri uma lesão na tíbia e ainda não me recuperei totalmente. Por isso, a vitória é em dobro", ressaltou ela, que é moradora de Astorga (Norte Central). No masculino, Michael de Paula Passos (00:12:21) foi o ganhador.
Já na corrida com o maior percurso, dez quilômetros, José Nascimento de Souza (00:35:05) se sagrou o vencedor. Correndo profissionalmente há 17 anos, ele já participou várias vezes da Prova Pedestre. "Sempre ficava entre segundo e terceiro, mas batia na trave. Esse ano consegui", comemorou. Para o atleta, o tempo foi um dos principais adversários da prova. "O calor estava grande, umidade baixa e muitas subidas", elencou. Entre as vias que receberam esta categoria, estiveram a avenida Harry Prochet e a rua da Canoagem.
Apesar do grande número de corredores, os participantes lamentaram a ausência de atletas de outros países. Para eles, a falta de uma premiação em dinheiro, o que já vinha acontecendo em outras edições, fez com que a prova perdesse a atratividade. "Mas o que importa é a emoção. Sempre é bom ganhar e o atleta precisa chegar bem para se manter motivado. É a terceira vez que participo e espero estar aqui ano que vem novamente comemorando o aniversário de Londrina", projetou Adriana Sutil da Costa (00:41:59), que faturou o primeiro lugar feminino no percurso de dez quilômetros. Professora, Costa também corre maratonas. Recentemente, foi a quarta colocada na Maratona Internacional de Assunção, no Paraguai.
A Prova Pedestre contou com a participação de moradores de outras regiões do Paraná e de outros Estados, como São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Além dos três primeiros colocados na classificação geral de cada percurso, foram premiados os melhores em categorias que variavam de 15 a 80 anos. "Foi uma corrida muito positiva, pois superamos a meta no número de inscritos e ocorreu tudo dentro do esperado", avaliou Gilberto Miranda, um dos organizadores da prova.

Para todas as idades
Mais que uma corrida tradicional da cidade, a Prova Pedestre mostrou que a idade não é empecilho para quem quer correr. Entre adolescentes e jovens, se destacaram dezenas de idosos, que não se intimidaram com o longo percurso e o sol quente. Entre eles estava Orivaldo de Souza. Com 65 anos, esta foi a primeira vez que participou do evento. (P.M.)
"Temos que fazer mais exercícios agora do que quando éramos novos. E a corrida é boa porque você consegue ‘esticar’ o corpo todo", brincou o comerciário aposentado. Segundo ele, a ideia é aumentar o ritmo em 2018 para estar presente em outras corridas da cidade. "Estou retomando a corrida e quero participar de uma meia maratona ano que vem. Aqui está sendo só o início", completou.
Apesar da importância do pódio, a vontade de vencer dificuldades, estar com os amigos e praticar uma atividade física foram outros combustíveis para os corredores. Luis Carvalho vê na filha de seis anos, que tem paralisia cerebral, o espelho para levantar a bandeira da inclusão social no atletismo. "Há três anos, trago ela comigo para as corridas. É uma forma que encontrei de dar qualidade de vida para ela, que fica feliz de participar", resumiu, observado atentamente pela pequena Débora. (P.M.)
Mais que uma corrida tradicional da cidade, a Prova Pedestre mostrou que a idade não é empecilho para quem quer correr. Entre adolescentes e jovens, se destacaram dezenas de idosos, que não se intimidaram com o longo percurso e o sol quente. Entre eles estava Orivaldo de Souza. Com 65 anos, esta foi a primeira vez que participou do evento. (P.M.)
"Temos que fazer mais exercícios agora do que quando éramos novos. E a corrida é boa porque você consegue ‘esticar’ o corpo todo", brincou o comerciário aposentado. Segundo ele, a ideia é aumentar o ritmo em 2018 para estar presente em outras corridas da cidade. "Estou retomando a corrida e quero participar de uma meia maratona ano que vem. Aqui está sendo só o início", completou.
Apesar da importância do pódio, a vontade de vencer dificuldades, estar com os amigos e praticar uma atividade física foram outros combustíveis para os corredores. Luis Carvalho vê na filha de seis anos, que tem paralisia cerebral, o espelho para levantar a bandeira da inclusão social no atletismo. "Há três anos, trago ela comigo para as corridas. É uma forma que encontrei de dar qualidade de vida para ela, que fica feliz de participar", resumiu, observado atentamente pela pequena Débora. (P.M.)