Com a construção do barracão, a comunidade também participa de oficinas de crochê, costura, pintura e informática. O projeto aceita doações de alimentos, roupas, calçados, móveis usados, materiais de construção e também a ajuda de voluntários. "A gente só não aceita dinheiro. Dinheiro eu não pego. As pessoas têm que pôr a mão na massa. Isso aí é um ensinamento para que elas vejam que não é só dinheiro que resolve tudo. Durante 11 anos a gente só manteve o projeto em pé com a ajuda de quem se doou por essas famílias", explicou. (V.C.)