Pesquisar

ANUNCIE

Sua marca no Bonde

Canais

Serviços

Publicidade
Publicidade
Publicidade

Atentados e corneteiros - Macacos ‘tocam o terror’ na UEL

Gabriela Campos
Grupo Folha
15 jun 2017 às 15:26

Compartilhar notícia

Guilherme Weiss
siga o Bonde no Google News!
Publicidade
Publicidade

Todos os dias, estudantes, servidores, professores e visitantes passam pelo calçadão da Universidade Estadual de Londrina (UEL). O que poucos sabem, porém, é que outro grupo tem presença garantida no dia a dia da universidade: os macacos-pregos. Abaixo alguns relatos dessa convivência cheia de emoções: "Teve uma vez que eu estava indo pro estágio na UEL, de manhã. Enquanto eu andava pelo calçadão do campus, vi que os macacos estavam fazendo uma ‘reunião’. Tinha uma garota passando na minha frente e ela, corajosa, foi passar do lado deles. Um dos macacos pegou no calcanhar dela e ela correu. Nisso, mais uns três foram atrás e eu fiquei ali, praticamente sem respirar na esperança deles não perceberem minha presença", Luiza Belloto (jornalista).
"No ano passado, enquanto eu caminhava perto da agência, eu vi uma gangue em uma das árvores. Eu passei, tranquilo, quando um começou a me seguir (eu comia uma banana). Depois de uns 30, 40 metros, eu terminei de comer a banana e parei bem na frente dele. Ele parou também, me olhando seriamente, quando de repente deitou no chão e sorriu (foto abaixo)", Guilherme Weiss (educador físico).
"Eu estava na sala fiscalizando o pessoal que tava fazendo prova do vestibular. O lanche do fiscal fica numa mesinha, perto da porta. De repente, ouvi um barulho de lata de lixo caindo, olhei pro corredor e vi uns dois macacos correndo. A outra fiscal então apareceu falando que eles levaram o meu sanduíche e o meu bombom e deixaram só a latinha de refrigerante pra mim. Por sorte me providenciaram outro lanche depois", Marcelo Silva
(estudante de jornalismo).
Publicidade

Últimas notícias

Publicidade
LONDRINA Previsão do Tempo

Portais

Anuncie

Outras empresas