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ASSASSINADO NA PRAÇA - Família busca desaparecido e descobre que ele foi enterrado

Paulo Monteiro
NOSSODIA
16 abr 2015 às 10:07

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Um jovem morreu ao ser esfaqueado no dia 7 de dezembro de 2014, em uma praça entre a Avenida Tiradentes e a Rua Gustavo Barroso, em Londrina. O corpo ficou aguardando reconhecimento no necrotério do Instituto Médico Legal da cidade (IML) por 30 dias, prazo que a Polícia Científica permite antes encaminhá-lo para sepultamento no Cemitério Distrital de Maravilha, Zona Rural de Londrina, como indigente.
As digitais da vítima foram recolhidas pelo Instituto de Identificação da Polícia Civil, que apontaram ser de Diego Leandro Kruger, 30 anos. Apesar de descobrir o nome, segundo a chefe administrativa do IML, Cristiane Ferreira, um parente só apareceu para reclamar o corpo após quatro meses do óbito.
A família seria de Londrina. Mas, como o jovem teria ido embora de casa e se afastado da família, evitando o contato, os entes não sabiam mais seu paradeiro. O que causa estranheza, pois na época do homicídio o caso foi amplamente divulgado pelos veículos de comunicação de Londrina.
De acordo com Cristiane, os familiares de Diego têm interesse em realizar a exumação do corpo e sepultá-lo em um túmulo da família localizado em outro cemitério da cidade. "Foi aberto o processo para a ratificação do cadáver. Encaminhamos nossos registros, juntamente aos resultados dos laudos ao cartório oficial, onde o juiz determinará pela ratificação. O processo de exumação é de responsabilidade da Acesf (Administração dos Cemitérios e Serviços Funerários de Londrina). Tudo isso demora. Leva um bom tempo até o corpo ser transferido de um cemitério", explica Cristiane.
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