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Árvores condenadas deixam população em alerta

08 ago 2018 às 21:54

A queda de árvores em vias públicas e que provoca acidentes é motivo de preocupação para muitas pessoas e para a Prefeitura também. A Sema (Secretaria do Ambiente) sinaliza que tem ciência da gravidade dos casos e das providências. Na rota do perigo, é comum encontrar pedestres ressabiados com a situação e temendo que a qualquer momento o pior aconteça com si próprio, algum familiar ou qualquer cidadão. NOSSODIA retoma o tema por conta dos últimos casos de queda de árvores na área urbana desde a semana passada e relembra situações que deixaram mortos em Londrina.


A zeladora Sonia de Fátima Souza, 52 anos, admite que já não vê todas as árvores com os mesmos olhos. O que antes era abrigo do sol forte ou usado como ponto de encontro, virou receio. Onde pego ônibus mesmo, ali na pracinha da Benjamim, fica todo mundo debaixo das árvores enquanto aguarda. Eu peguei tanto medo que procuro ficar longe". A agente da Zona Azul Isabela Cruz Atti, 20 anos, confessa que seu trabalho é dinâmico o suficiente para não se preocupar ou se dar ao luxo de escolher onde ficar. "Quando aconteceu aquele acidente eu estava do outro lado do Bosque", diz, referindo-se à morte da agente da Zona Azul, Ellen Cristina de Oliveira, 34 anos, que faleceu vítima de um galho de árvore no fim de 2017.

Do ponto de vista da Supervisora de Trânsito da Zona Azul Nataliane Aparecida de Souza, os agentes são orientados a buscar proteção. "Da chuva, do vento e a ficarem atentos e longe de perigos. Mas coisas naturais acontecem e nós nos preocupamos", reforça. Morador do jardim Santa Therezinha em Londrina, o empresário Vitor Oliveira, 28 anos, diz que ficou impressionado com a resposta que ouviu da Sema: "Eu precisava tirar uma árvore da porta da minha casa porque estava perigando cair a qualquer hora e fui informado pela Secretaria de Ambiente que os pedidos em atendimento eram os de 2009. Daí, desanimei". (Walkiria Vieira/NOSSDIA)


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