Algumas pessoas conservam uma relação de afeto com os objetos que fazem parte de seu cotidiano. Para a criança é a bicicleta tão sonhada. Para um músico é seu instrumento musical. Para o amante de uma boa comida, a geladeira da vovó traz de volta o conforto de saborear uma guloseima que ela preparava. Mas o tempo castiga todos estes objetos e nestas horas, que tal recorrer a um restaurador?
Para consertar uma geladeira, por exemplo, o processo é demorado. Tem o transporte até a oficina, o desmonte, o lixamento e a troca de peças. Depois vem a pintura, polimento, cromagem dos metais e outros detalhes até a remontagem do eletrodoméstico. São segredos que o restaurador Pedro Bene Filho, 63 anos, conhece de cor. Ele começou no ofício em 1972, quando entrou em uma empresa de assistência técnica.
Na época não conhecia o caminho da pedras, mas aos poucos foi aprendendo e se aprimorando. Com o tempo, acabou se tornando um profissional gabaritado no assunto. Para fazer esse trabalho, adquire esses objetos de outros municípios. Mesmo assim, o trabalho é complexo e, às vezes, Pedro precisa até fabricar peças. "É um trabalho demorado. Geralmente levo um mês para fazer uma delas, porque tenho outros trabalhos para fazer e a busca de peças originais é demorada", explica. (Vítor Ogawa/Folha de Londrina)
Para consertar uma geladeira, por exemplo, o processo é demorado. Tem o transporte até a oficina, o desmonte, o lixamento e a troca de peças. Depois vem a pintura, polimento, cromagem dos metais e outros detalhes até a remontagem do eletrodoméstico. São segredos que o restaurador Pedro Bene Filho, 63 anos, conhece de cor. Ele começou no ofício em 1972, quando entrou em uma empresa de assistência técnica.
Na época não conhecia o caminho da pedras, mas aos poucos foi aprendendo e se aprimorando. Com o tempo, acabou se tornando um profissional gabaritado no assunto. Para fazer esse trabalho, adquire esses objetos de outros municípios. Mesmo assim, o trabalho é complexo e, às vezes, Pedro precisa até fabricar peças. "É um trabalho demorado. Geralmente levo um mês para fazer uma delas, porque tenho outros trabalhos para fazer e a busca de peças originais é demorada", explica. (Vítor Ogawa/Folha de Londrina)