Deu o inesperado no duelo que definiu o adversário da Alemanha, no domingo, no Maracanã, na final da Copa do Mundo. Holanda e Argentina se enfrentaram pela nona vez na história das Copas e pela segunda vez os portenhos se deram melhor (a única vitória argentina tinha sido na final da Copa de 1978). Os mais de 63 mil torcedores presentes não viram gols no tempo normal e na prorrogação: no fim, os argentinos venceram nos pênaltis por 4 a 2.
Sem Ángel Di Maria, lesionado, as coisas não foram fáceis para os hermanos no fim da tarde de quarta no Itaquerão, em São Paulo. Mesmo eles tendo Messi. As duas equipes começaram estudando o jogo antes de se expor. As duas seleções disputavam quem ficaria com a bola e apostavam nos contragolpes. No primeiro tempo, porém, a Argentina se arriscou um pouco mais, mas levou pouco perigo ao gol de Cillessen. Os holandeses preferiram atrair os argentinos para sair em velocidade. Também não tiveram sucesso.
No segundo tempo, a Holanda continuou com a tática de trocar passes para envolver o adversário. Aos poucos, foi tentando acelerar o jogo e se aproximando da área argentina. Quase deu certo, mas mesmo com os argentinos acuados, o gol não saiu no tempo normal de jogo.
Na prorrogação, a Holanda seguiu mais agressiva, mas a Argentina soube se comportar na defesa e quando dava se assanhava no ataque, sem grande criatividade. Na segunda parte do tempo extra, as coisas seguiram sem alteração.
Nas penalidades, o goleirão argentino Sergio Romero defendeu duas cobranças e venceu por 4 a 2, carimbando o passaporte para enfrentar a Alemanha na grande final.
Sem Ángel Di Maria, lesionado, as coisas não foram fáceis para os hermanos no fim da tarde de quarta no Itaquerão, em São Paulo. Mesmo eles tendo Messi. As duas equipes começaram estudando o jogo antes de se expor. As duas seleções disputavam quem ficaria com a bola e apostavam nos contragolpes. No primeiro tempo, porém, a Argentina se arriscou um pouco mais, mas levou pouco perigo ao gol de Cillessen. Os holandeses preferiram atrair os argentinos para sair em velocidade. Também não tiveram sucesso.
No segundo tempo, a Holanda continuou com a tática de trocar passes para envolver o adversário. Aos poucos, foi tentando acelerar o jogo e se aproximando da área argentina. Quase deu certo, mas mesmo com os argentinos acuados, o gol não saiu no tempo normal de jogo.
Na prorrogação, a Holanda seguiu mais agressiva, mas a Argentina soube se comportar na defesa e quando dava se assanhava no ataque, sem grande criatividade. Na segunda parte do tempo extra, as coisas seguiram sem alteração.
Nas penalidades, o goleirão argentino Sergio Romero defendeu duas cobranças e venceu por 4 a 2, carimbando o passaporte para enfrentar a Alemanha na grande final.