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Após acertar defesa - Ataque é dor de cabeça no São Paulo

03 mar 2016 às 13:10

O ataque virou a maior preocupação do São Paulo em 2016. Depois de trabalhar até aqui para se organizar taticamente e melhorar o sistema defensivo, o técnico Edgardo Bauza vê a equipe sofrer para marcar gols e as peças do setor ofensivo não renderem o esperado.
Em 11 jogos até aqui, o time marcou 13 gols, sendo que apenas cinco foram anotados por atacantes. Mesmo com três reforços para a posição e sete opções para montar o setor ofensivo, a equipe carece de efetividade e o técnico admite a dificuldade para resolver o problema.
"Temos de melhorar. A equipe tinha no ano passado Luis Fabiano e Pato. Os dois fizeram mais de 30 gols. Isso não é fácil. Temos que achar uma forma de recuperar isso", disse Bauza.
O quarto ataque mais positivo do último Campeonato Brasileiro começou o ano preocupado em ajeitar a defesa. O treinador argentino considerou inaceitável o time ter levado 47 gols no Brasileiro de 2015 e tratou de arrumar a marcação.
Bauza realiza treinos táticos com frequência, exige compactação e bom posicionamento. Até agora, gostou do que viu e diz estar satisfeito com a organização defensiva. Só que falta, porém, arrumar o ataque. "Já temos um time ordenado e sólido. Nos últimos jogos tivemos boa chegada, criamos chances de gol, mas faltou concretizar", criticou.

PRESSÃO
Jogando em La Paz, na Bolívia, o The Strongest recebeu o Trujillano, da Venezuela, e ganhou por 2 a 1. A partida foi válida pela segunda rodada do Grupo 1 da Libertadores. O resultado é ruim para o São Paulo porque o The Strongest, que venceu por 1 a 0 no Pacaembu, na semana retrasada, chegou aos seis pontos. Caso os bolivianos vençam o River Plate daqui a 15 dias, novamente em La Paz, praticamente selarão a classificação. Ao São Paulo resta a obrigação de vencer o River Plate, quinta-feira da semana que vem, em Buenos Aires.


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