Arregaçar as mangas e trabalhar se sentindo parte do negócio de forma a fazer o contratante prosperar e perceber em você o valor estratégico do seu desempenho naquela organização. Em resumo, salvo em contratos de trabalho que garantam estabilidade, manter-se empregado após uma seleção requer um esforço diário em atingir os resultados esperados por quem o recrutou e, se a intenção for desenvolver uma carreira no local, ter como propósito se tornar peça chave da engrenagem da empresa que lhe escolheu para tal oportunidade.
Recrutadores e profissionais do varejo, cuja rotatividade historicamente é elevada (supera 40% dependendo do ramo), falam o que é necessário para captar quais fatores garantem aos colaboradores superar os três meses de experiência e trilhar uma história de sucesso junto aos seus ambientes de trabalho. Tal qual em outros ramos, os profissionais responsáveis pela área de RH (Recursos Humanos) convergem nas características profissionais fundamentais que tornam a vaga conquistada permanente. Todas elas vão na contramão da acomodação.
A coordenadora de RH da rede de supermercados Condor, Charmoniks da Graça Hauer, considera que os pontos fundamentais para a permanência de um colaborador após a seleção sejam: responsabilidade, bom relacionamento com a equipe, autocontrole, resiliência, pró-atividade e busca pelo aprimoramento continuado. "Quando decidimos solicitar o cadastramento do currículo em nosso site para qualquer processo seletivo, uma das motivações foi estimular essa vontade de melhoria continuada, pois cada candidato percebe com essa exigência a importância de conhecer e entender as novas tecnologias e seguir as instruções prévias de uma seleção, pois quem não faz o cadastro e vem direto para o dia do recrutamento é orientado a voltar em outro dia", exemplifica. No último mutirão organizado pela rede neste mês, para a contratação de 125 trabalhadores em vagas operacionais diversas, de auxiliar de cozinha a técnico de manutenção para unidades do Condor de Curitiba e Região Metropolitana, 300 pessoas compareceram na entrevista, mas muitos não haviam feito o cadastro. " No dia, contratamos 30 pessoas, que além de se cadastrarem corretamente antes da entrevista, também preenchiam os pré-requisitos de cada função como a documentação exigida e a escolaridade. Outros 70 foram contratados depois de cumprirem os pré-requisitos", conta.
A coordenadora considera que a partir da contratação de cada colaborador a empresa também tem sua parte no sucesso da escolha. "O Condor oferece treinamentos constantes e temos uma universidade corporativa visando a capacitação permanente para não perder qualquer colaborador. Mas a vontade de se aperfeiçoar e seguir neste ramo depende de cada um, pois como em qualquer empresa é importante se identificar com os valores daquela organização", observa.
Recrutadores e profissionais do varejo, cuja rotatividade historicamente é elevada (supera 40% dependendo do ramo), falam o que é necessário para captar quais fatores garantem aos colaboradores superar os três meses de experiência e trilhar uma história de sucesso junto aos seus ambientes de trabalho. Tal qual em outros ramos, os profissionais responsáveis pela área de RH (Recursos Humanos) convergem nas características profissionais fundamentais que tornam a vaga conquistada permanente. Todas elas vão na contramão da acomodação.
A coordenadora de RH da rede de supermercados Condor, Charmoniks da Graça Hauer, considera que os pontos fundamentais para a permanência de um colaborador após a seleção sejam: responsabilidade, bom relacionamento com a equipe, autocontrole, resiliência, pró-atividade e busca pelo aprimoramento continuado. "Quando decidimos solicitar o cadastramento do currículo em nosso site para qualquer processo seletivo, uma das motivações foi estimular essa vontade de melhoria continuada, pois cada candidato percebe com essa exigência a importância de conhecer e entender as novas tecnologias e seguir as instruções prévias de uma seleção, pois quem não faz o cadastro e vem direto para o dia do recrutamento é orientado a voltar em outro dia", exemplifica. No último mutirão organizado pela rede neste mês, para a contratação de 125 trabalhadores em vagas operacionais diversas, de auxiliar de cozinha a técnico de manutenção para unidades do Condor de Curitiba e Região Metropolitana, 300 pessoas compareceram na entrevista, mas muitos não haviam feito o cadastro. " No dia, contratamos 30 pessoas, que além de se cadastrarem corretamente antes da entrevista, também preenchiam os pré-requisitos de cada função como a documentação exigida e a escolaridade. Outros 70 foram contratados depois de cumprirem os pré-requisitos", conta.
A coordenadora considera que a partir da contratação de cada colaborador a empresa também tem sua parte no sucesso da escolha. "O Condor oferece treinamentos constantes e temos uma universidade corporativa visando a capacitação permanente para não perder qualquer colaborador. Mas a vontade de se aperfeiçoar e seguir neste ramo depende de cada um, pois como em qualquer empresa é importante se identificar com os valores daquela organização", observa.
Dedicação passo a passo
É o caso do gerente geral do Condor Londrina, Maximiliano de Souza Martins, 31 anos, que há nove trabalha na rede e desde os 14 anos atua no segmento supermercadista. "Amo supermercados! Faz 22 anos que atuo neste setor e não troco. Minha esposa até já comentou que eu poderia fazer concurso público para ter final de semana, mas não me vejo em uma jornada que não tenha o dinamismo daqui", conta. Em nove anos de empresa, ele foi promovido várias vezes com impacto significativo nos rendimentos. "Comecei como encarregado de horti, passei para encarregado de mercearia, gerente de perecíveis e gerente geral. Acredito que além de gostar muito do que faço, um dos fatores que pesou foi a minha disponibilidade de mudar de cidade e aceitar novos desafios, sair da zona de conforto", revela. O gerente conta que se sente orgulhoso da trajetória profissional e do respeito conquistado pela atividade na sociedade. "Quando comecei, o trabalho em supermercado não era valorizado, sempre foi visto como algo para quem não estudou e isso mudou, hoje somos respeitados. Acho que é a área ideal para quem quer se esforçar e fazer muito mais do que o arroz com feijão, pois é recompensado em um desenvolvimento financeiro e profissional rápido", recomenda. É o que está acontecendo com a atual fiscal de caixa Cristiane Aparecida de Oliveira, que conseguiu sua primeira promoção ainda no contrato de experiência. "Entrei como operadora de caixa e em dois meses e meio veio a promoção, eu me surpreendi bastante, pois não sabia que teriam tantas oportunidade neste setor", admite. Formada em Química pela UEL (Universidade Estadual de Londrina), em junho de 2017 ela decidiu arriscar em outro ramo, após sete meses procurando emprego como professora. "Somente após ingressar na empresa que percebi essas novas perspectivas", explica. Quanto à rápida promoção e a permanência no emprego, Cristiane acredita que o exercício da dobradinha profissionalismo e humildade é a grande alavanca de qualquer trabalhador. "Acima de tudo devemos agir com profissionalismo e humildade independentemente da atividade exercida", ensina. (M.M.)
É o caso do gerente geral do Condor Londrina, Maximiliano de Souza Martins, 31 anos, que há nove trabalha na rede e desde os 14 anos atua no segmento supermercadista. "Amo supermercados! Faz 22 anos que atuo neste setor e não troco. Minha esposa até já comentou que eu poderia fazer concurso público para ter final de semana, mas não me vejo em uma jornada que não tenha o dinamismo daqui", conta. Em nove anos de empresa, ele foi promovido várias vezes com impacto significativo nos rendimentos. "Comecei como encarregado de horti, passei para encarregado de mercearia, gerente de perecíveis e gerente geral. Acredito que além de gostar muito do que faço, um dos fatores que pesou foi a minha disponibilidade de mudar de cidade e aceitar novos desafios, sair da zona de conforto", revela. O gerente conta que se sente orgulhoso da trajetória profissional e do respeito conquistado pela atividade na sociedade. "Quando comecei, o trabalho em supermercado não era valorizado, sempre foi visto como algo para quem não estudou e isso mudou, hoje somos respeitados. Acho que é a área ideal para quem quer se esforçar e fazer muito mais do que o arroz com feijão, pois é recompensado em um desenvolvimento financeiro e profissional rápido", recomenda. É o que está acontecendo com a atual fiscal de caixa Cristiane Aparecida de Oliveira, que conseguiu sua primeira promoção ainda no contrato de experiência. "Entrei como operadora de caixa e em dois meses e meio veio a promoção, eu me surpreendi bastante, pois não sabia que teriam tantas oportunidade neste setor", admite. Formada em Química pela UEL (Universidade Estadual de Londrina), em junho de 2017 ela decidiu arriscar em outro ramo, após sete meses procurando emprego como professora. "Somente após ingressar na empresa que percebi essas novas perspectivas", explica. Quanto à rápida promoção e a permanência no emprego, Cristiane acredita que o exercício da dobradinha profissionalismo e humildade é a grande alavanca de qualquer trabalhador. "Acima de tudo devemos agir com profissionalismo e humildade independentemente da atividade exercida", ensina. (M.M.)