Daí para frente, a quadra, que já estava morta, ressuscitou. Agora como pista de skate. É difícil passar pela Rua Spártaco Ferrarece e não encontrar o pessoal da "rodinha pequena" alguém se jogando sobre corrimões, palcos, caixotes e demais obstáculos.
"O que mais precismos neste momento é de iluminação. A Prefeitura podia ao menos colocar postes com luzes aqui. Resolveria os problemas da escuridão e de insegurança. Muitos de nós trabalhamos durante o dia e só podemos andar de skate após as 18 horas, quando começa a anoitecer", revela o metalúrgico Róger Souza, 28 anos.
Adrenalina na veia e coragem de sobra para superar os problemas e encaixar as manobras não faltam. Os skateboarders só "tropeçam" mesmo na falta de ajuda do poder público. Segundo eles, apesar de implorar apoio, até agora ninguém apareceu para fortalecer a ideia. "Aqui precisa de muita coisa. O mato em volta é a gente mesmo que corta. Sofremos ainda com os buracos. Gostaríamos ainda de ter um bebedouro. Quando o sol está forte, é complicado", complementa João Vitor. (P.M.)
"O que mais precismos neste momento é de iluminação. A Prefeitura podia ao menos colocar postes com luzes aqui. Resolveria os problemas da escuridão e de insegurança. Muitos de nós trabalhamos durante o dia e só podemos andar de skate após as 18 horas, quando começa a anoitecer", revela o metalúrgico Róger Souza, 28 anos.
Adrenalina na veia e coragem de sobra para superar os problemas e encaixar as manobras não faltam. Os skateboarders só "tropeçam" mesmo na falta de ajuda do poder público. Segundo eles, apesar de implorar apoio, até agora ninguém apareceu para fortalecer a ideia. "Aqui precisa de muita coisa. O mato em volta é a gente mesmo que corta. Sofremos ainda com os buracos. Gostaríamos ainda de ter um bebedouro. Quando o sol está forte, é complicado", complementa João Vitor. (P.M.)