Uma equipe de seis mulheres de Londrina dedica-se a levar prevenção, tratamentos de saúde e acolhimento a uma parcela da população que permanece invisível à sociedade. Elas integram o serviço CnaR (Consultório na Rua), vinculado à Secretaria Municipal de Saúde, que busca ofertar à população de rua o mesmo atendimento em atenção básica ofertado nas UBS (Unidades Básicas de Saúde).
Ao contrário da maioria das pessoas – que chega a mudar de caminho para evitar qualquer convivência com quem vive na rua –, essas profissionais procuram ativamente por essa população. O trabalho delas consiste em ir até os locais que concentram homens e mulheres nesta condição e oferecer a eles acolhimento, avaliação em saúde e prevenção.
A lista de procedimentos inclui, entre outas ações, realização de curativos, avaliação e encaminhamento odontológico, coleta de exames laboratoriais e papanicolau, agendamento e acompanhamento de consultas, acompanhamento de gestantes pré e pós parto, administração de medicamentos injetáveis e TDO (Tratamento Diretamente Observado) e administração de medicamento para tratamento de Sífilis e ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis).
Além disso, a equipe trabalha com redução de danos entre usuários de álcool e outras drogas e também aplica o plano "Crack é possível vencer" do governo federal. Terapia comunitária, rodas de conversa e orientações sobre cuidados com higiene bucal e corporal são outras frentes de atuação do Consultório, assim como procedimentos inclusos dentro do programa de PICs (Práticas Integrativas e Complementares).
A coordenadora do CnaR, Jucelei Pascoal Boaretto, explica que o programa atende nas cinco regiões da cidade, com presença semanal nas praças Dom Pedro (zona oeste) e Tomi Nakagawa (centro) e no Marco Zero (leste). Há atividades em outras regiões e, além disso, atuam no Centro POP – que concentra o atendimento a essa população na região central -, no Caps 3 e na chamada República, uma residência que abriga pessoas que estão deixando as ruas.
O serviço tem 410 pessoas cadastradas, mas a coordenadora lembra que essa população é bastante flutuante. Apenas no segundo quadrimestre de 2017 foram realizados 1.047 atendimentos. A equipe é formada também pela educadora social Cláudia Marcela Fazenda, pela auxiliar de enfermagem Valdete Aparecida de Souza, pela dentista Angela Harumi Rondem, pela enfermeira Sônia Yurika Imai e pela psicóloga Tamires Toneti de Brito Hara.
Ao contrário da maioria das pessoas – que chega a mudar de caminho para evitar qualquer convivência com quem vive na rua –, essas profissionais procuram ativamente por essa população. O trabalho delas consiste em ir até os locais que concentram homens e mulheres nesta condição e oferecer a eles acolhimento, avaliação em saúde e prevenção.
A lista de procedimentos inclui, entre outas ações, realização de curativos, avaliação e encaminhamento odontológico, coleta de exames laboratoriais e papanicolau, agendamento e acompanhamento de consultas, acompanhamento de gestantes pré e pós parto, administração de medicamentos injetáveis e TDO (Tratamento Diretamente Observado) e administração de medicamento para tratamento de Sífilis e ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis).
Além disso, a equipe trabalha com redução de danos entre usuários de álcool e outras drogas e também aplica o plano "Crack é possível vencer" do governo federal. Terapia comunitária, rodas de conversa e orientações sobre cuidados com higiene bucal e corporal são outras frentes de atuação do Consultório, assim como procedimentos inclusos dentro do programa de PICs (Práticas Integrativas e Complementares).
A coordenadora do CnaR, Jucelei Pascoal Boaretto, explica que o programa atende nas cinco regiões da cidade, com presença semanal nas praças Dom Pedro (zona oeste) e Tomi Nakagawa (centro) e no Marco Zero (leste). Há atividades em outras regiões e, além disso, atuam no Centro POP – que concentra o atendimento a essa população na região central -, no Caps 3 e na chamada República, uma residência que abriga pessoas que estão deixando as ruas.
O serviço tem 410 pessoas cadastradas, mas a coordenadora lembra que essa população é bastante flutuante. Apenas no segundo quadrimestre de 2017 foram realizados 1.047 atendimentos. A equipe é formada também pela educadora social Cláudia Marcela Fazenda, pela auxiliar de enfermagem Valdete Aparecida de Souza, pela dentista Angela Harumi Rondem, pela enfermeira Sônia Yurika Imai e pela psicóloga Tamires Toneti de Brito Hara.