A Prefeitura de Londrina abriu licitação para reconstrução de 10 pontes destruídas pelas chuvas em janeiro. O edital foi publicado no "Diário Oficial" do município na sexta-feira (29). As empresas interessadas têm até o dia 22 de agosto para apresentarem as propostas.
A reconstrução das pontes será custeada com recursos do Ministério da Integração Nacional, que alocou R$ 6,625 milhões para essas obras. Mas, para garantir o dinheiro, a prefeitura precisa apresentar ao ministério os contratos com as empresas até o dia 1 de outubro. Por isso, o processo licitatório será na modalidade de Regime Diferenciado de Contratação (RDC).
Neste modelo, a empresa vencedora se responsabiliza desde a elaboração do projeto até a execução da obra. "Assim processo é mais rápido e mais adequado para esse tipo de emergência que temos. Outra vantagem é que a empresa é a responsável do início ao fim da obra. Ela não pode alegar que não pode fazer alguma coisa porque não foi ela quem fez o projeto, por exemplo", explicou o secretário de Gestão Pública, Rogério Carlos Dias. Todas as fase da obra terão que ser submetidas a avaliação da Secretaria de Obras. "Cada ponte já tem um engenheiro responsável", afirmou.
A disputa da licitação será de forma presencial, aberta e sob regime de contratação integrada. Ganha a empresa que apresentar o menor preço para cada um dos 10 lotes. Cada empresa pode disputar um lote ou todos. "A empresa precisa saber cotar o seu preço e saber a sua capacidade de executar a obra dentro do prazo. E não terá reequilíbrio de preços ao longo da execução", ressaltou Dias.
A prefeitura espera economizar entre 8% e 12% em relação ao preço máximo. De acordo com o secretário de Obras e Pavimentação, Walmir da Silva Matos, o município havia encaminhado aos ministério um pleito com 52 obras, mas que apenas as dez pontes foram aprovadas.
Essas pontes são as que tiveram as estruturas totalmente danificadas. As pontes da Estrada Paiquerê/Guairacá, sobre o Rio Taquaras, e a da Rodovia Mábio Gonçalves Palhano, sobre o Ribeirão Cafezal, são as duas obras mais caras. A primeira está orçada em R$ 1,450 milhão e a segunda em R$ 1,780 milhão. E elas têm prazo de conclusão de 135 dias após a emissão da ordem de serviço. As demais estão orçadas em R$ 280.800 e devem ser concluídas o prazo de 105 dias. (Aline Machado Parodi/Grupo Folha)
A reconstrução das pontes será custeada com recursos do Ministério da Integração Nacional, que alocou R$ 6,625 milhões para essas obras. Mas, para garantir o dinheiro, a prefeitura precisa apresentar ao ministério os contratos com as empresas até o dia 1 de outubro. Por isso, o processo licitatório será na modalidade de Regime Diferenciado de Contratação (RDC).
Neste modelo, a empresa vencedora se responsabiliza desde a elaboração do projeto até a execução da obra. "Assim processo é mais rápido e mais adequado para esse tipo de emergência que temos. Outra vantagem é que a empresa é a responsável do início ao fim da obra. Ela não pode alegar que não pode fazer alguma coisa porque não foi ela quem fez o projeto, por exemplo", explicou o secretário de Gestão Pública, Rogério Carlos Dias. Todas as fase da obra terão que ser submetidas a avaliação da Secretaria de Obras. "Cada ponte já tem um engenheiro responsável", afirmou.
A disputa da licitação será de forma presencial, aberta e sob regime de contratação integrada. Ganha a empresa que apresentar o menor preço para cada um dos 10 lotes. Cada empresa pode disputar um lote ou todos. "A empresa precisa saber cotar o seu preço e saber a sua capacidade de executar a obra dentro do prazo. E não terá reequilíbrio de preços ao longo da execução", ressaltou Dias.
A prefeitura espera economizar entre 8% e 12% em relação ao preço máximo. De acordo com o secretário de Obras e Pavimentação, Walmir da Silva Matos, o município havia encaminhado aos ministério um pleito com 52 obras, mas que apenas as dez pontes foram aprovadas.
Essas pontes são as que tiveram as estruturas totalmente danificadas. As pontes da Estrada Paiquerê/Guairacá, sobre o Rio Taquaras, e a da Rodovia Mábio Gonçalves Palhano, sobre o Ribeirão Cafezal, são as duas obras mais caras. A primeira está orçada em R$ 1,450 milhão e a segunda em R$ 1,780 milhão. E elas têm prazo de conclusão de 135 dias após a emissão da ordem de serviço. As demais estão orçadas em R$ 280.800 e devem ser concluídas o prazo de 105 dias. (Aline Machado Parodi/Grupo Folha)