A pipa de muito homem por aí só sobe com ajudinha extra. E muitos dos que usam esse reforço não contam pra parceira. Um levantamento inédito com 800 homens brasileiros que utilizam medicamento para disfunção erétil, entre 22 e 65 anos, mostrou o perfil desse público quando o assunto é desempenho sexual. A principal constatação é que metade do universo masculino não diz à parceira que faz uso de um medicamento para ter um desempenho sexual satisfatório. A pesquisa Medley Saúde Sexual Masculina, realizada pelo Medley Genéricos, revelou ainda que, entre os que têm relacionamento estável e os solteiros, 66% usam o medicamento em mais da metade das vezes que têm uma relação sexual.
Outro dado interessante também identificou o comportamento masculino, entre 22 e 40 anos, sobre a disfunção erétil. Segundo o estudo feito pela GFK, um em cada três indivíduos com essa faixa etária afirma ter dificuldade em conseguir e manter a ereção. Ainda entre esses adultos jovens, 40% optam por esse tipo de medicamento com o objetivo de manter diversas ereções num curto espaço de tempo para prolongar o prazer sexual e satisfazer a parceira.
De acordo com a pesquisa, os homens de meia idade (41 a 50 anos) são os que têm a maior frequência de relações sexuais no mês, ou seja, de cada dez respondentes, quatro afirmaram ter mantido nove relações sexuais no mês. O levantamento também mostrou que os homens (casados ou em relacionamento estável) e divorciados ou fora de um relacionamento sério, independentemente da idade, são igualmente insatisfeitos com a frequência de relações sexuais mensais.
Principais constatações
Faixa etária: 22 a 65 anos
- Metade dos homens não diz à parceira que faz uso de medicamento para disfunção erétil;
- Dois terços dos homens que usam medicamentos fazem isso mais da metade das vezes em que têm a relação;
Faixa etária: 22 a 40 anos
- 40% dos homens usam o medicamento para prolongar o prazer;
- Um em cada cinco homens faz uso do medicamento em todas as relações;
- 34% usam o medicamento pelo fato de agir mais rapidamente;
- 38% costumam comprar o medicamento sempre ou mantêm em estoque;
- 43% compram o medicamento quando acham que vão precisar;