A lenda voltou aos octógonos. Um ano e um mês após fraturar a perna esquerda durante uma luta, Anderson Silva derrotou Nick Diaz por decisão unânime dos juízes em seu retorno às luta, no combate principal do UFC 183, na madrugada de domingo. O brasileiro fez uma luta equilibrada com Nick Diaz, mas mostrou superioridade em praticamente todos os rounds e convenceu os juízes de seu triunfo. Dois deles marcaram vitória do "Spider" nos cinco assaltos (50 x 45), enquanto um jurado deu só uma das parciais para o atleta norte-americano (49 x 46).
Anderson Silva subiu no octógono tentando transmitir tranquilidade e procurou não se abalar com as já conhecidas provocações do adversário. Nick Diaz xingava o brasileiro e fazia poses debochadas, mas mostrou-se menos ativo do que normalmente. Acostumado a atuar no contragolpe, o "Spider" procurava circular para atrair o rival, que o chutava na perna direita. No decorrer do confronto, o ex-campeão dos médios do UFC passou usar com mais frequência sua perna esquerda - a que havia quebrado pouco mais de um ano antes -, sem demonstrar receio para atacar.
Após terminar o primeiro assalto impondo seu ritmo e acertando fortes golpes contra um oponente acuado contra a grade, Anderson apresentou dificuldade na parcial seguinte, a melhor de Diaz. Os três assaltos seguintes foram dominados pelo brasileiro.
Sem nocaute ou finalização, o confronto foi decidido na papeleta dos jurados e Bruce Buffer anunciou a vitória de Anderson, que desabou no tablado do octógono aos prantos. Ele elogiou e agradeceu Diaz na entrevista pós-luta e afirmou considerar normais as provocações e xingamentos do norte-americano. Emocionado, agradeceu a todos os brasileiros, que compareceram em grande número e fizeram muito barulho na arena do cassino MGM, em Las Vegas.
O "Spider" em um primeiro momento afirmou que voltaria para casa e poderia pendurar as luvas, mas em entrevista ao canal Combate, já fora da jaula, disse ser provável que continue atuando - aos 39 anos, ele tem mais 14 lutas em seu contrato com o Ultimate.
Anderson Silva subiu no octógono tentando transmitir tranquilidade e procurou não se abalar com as já conhecidas provocações do adversário. Nick Diaz xingava o brasileiro e fazia poses debochadas, mas mostrou-se menos ativo do que normalmente. Acostumado a atuar no contragolpe, o "Spider" procurava circular para atrair o rival, que o chutava na perna direita. No decorrer do confronto, o ex-campeão dos médios do UFC passou usar com mais frequência sua perna esquerda - a que havia quebrado pouco mais de um ano antes -, sem demonstrar receio para atacar.
Após terminar o primeiro assalto impondo seu ritmo e acertando fortes golpes contra um oponente acuado contra a grade, Anderson apresentou dificuldade na parcial seguinte, a melhor de Diaz. Os três assaltos seguintes foram dominados pelo brasileiro.
Sem nocaute ou finalização, o confronto foi decidido na papeleta dos jurados e Bruce Buffer anunciou a vitória de Anderson, que desabou no tablado do octógono aos prantos. Ele elogiou e agradeceu Diaz na entrevista pós-luta e afirmou considerar normais as provocações e xingamentos do norte-americano. Emocionado, agradeceu a todos os brasileiros, que compareceram em grande número e fizeram muito barulho na arena do cassino MGM, em Las Vegas.
O "Spider" em um primeiro momento afirmou que voltaria para casa e poderia pendurar as luvas, mas em entrevista ao canal Combate, já fora da jaula, disse ser provável que continue atuando - aos 39 anos, ele tem mais 14 lutas em seu contrato com o Ultimate.
Só deu brazuca
O resto do evento foi também um sucesso para os demais brasileiros. O único que perdeu foi Rick "Monstro", derrotado pelo compatriota Ildemar Marajó por decisão dividida dos juízes. Thiago "Marreta" superou o norte-americano Andy Enz por nocaute técnico no primeiro assalto, Rafael "Sapo" triunfou por decisão unânime dos jurados sobre o inglês Tom Watson, Thiago Alves impôs ao canadense Jordan Mein um nocaute técnico no segundo round e Thales Leites finalizou o estadunidense Tim Boetsch com um katagatame na segunda parcial.