Após 50 dias sem sangue, o município de Cambé registrou o primeiro homicídio de 2015. A vítima foi Bruno Igor Martins da Silva, 17 anos, conhecido no mundo policial como "Capetinha". Segundo a Polícia Civil, ele era suspeito de ter envolvimento com tráfico de drogas, homicídios e roubos. Mas dele a gente fala depois. Segundo o delegado de Cambé, Jorge Barbosa, a cidade vive atualmente um período de "tranquilidade" em relação a casos de assassinatos. Bem diferente de 2014.
Ano que a cidade teve 17 homicídios. "Todos solucionados e com os autores atrás das grades. Grande parte destes casos foram motivados por guerras entre grupos rivais ligados ao tráfico de drogas, que se gladiaram em Cambé", comenta o delegado.
O empenho do setor de investigações da Polícia Civil foram essenciais para que os envolvidos fossem identificados e presos, avalia Barbosa.
Em 2014, a Delegacia de Cambé ganhou um setor exclusivo de inteligências, inclusive com aparelhos modernos de escutas. "Acredito que este trabalho desenvolvido em 2014 está se refletindo em 2015, com a queda no número de mortes violentas. Os autores dos homicídios registrados no ano passado permanecem presos, cumprindo suas penas longe das ruas", ressalta Barbosa.
Ano que a cidade teve 17 homicídios. "Todos solucionados e com os autores atrás das grades. Grande parte destes casos foram motivados por guerras entre grupos rivais ligados ao tráfico de drogas, que se gladiaram em Cambé", comenta o delegado.
O empenho do setor de investigações da Polícia Civil foram essenciais para que os envolvidos fossem identificados e presos, avalia Barbosa.
Em 2014, a Delegacia de Cambé ganhou um setor exclusivo de inteligências, inclusive com aparelhos modernos de escutas. "Acredito que este trabalho desenvolvido em 2014 está se refletindo em 2015, com a queda no número de mortes violentas. Os autores dos homicídios registrados no ano passado permanecem presos, cumprindo suas penas longe das ruas", ressalta Barbosa.