Durante 2017 foram registrados 324 atropelamentos nas vias de Londrina, incluindo as rodovias que passam pelo perímetro urbano, de acordo com o Placar do Trânsito, divulgado recentemente pela CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização). O número é 5,8% maior do que o registrado em 2016, quando aconteceram 306 ocorrências. As mortes por atropelamento também aumentaram entre um ano e outro, passando de 21 para 26, num acréscimo de 24%.
Para o diretor de Trânsito da companhia, Hermerson Pacheco, o percentual é considerado preocupante. "Pela quantidade de habitantes que temos em Londrina e de veículos estamos em uma média que entendemos que começa a sair do normal. Sempre existe uma luz amarela em relação a isso", afirmou. Segundo ele, as estatísticas mostram que na maioria das vezes o acidente poderia ter sido evitado. "A pessoa, muitas vezes, não atravessa na faixa, avalia de maneira errada a distância de um ponto a outro e velocidade do veículo. Não procura atravessar pela passarela na rodovia. Falta atenção", apontou.
Do total de óbitos por atropelamento em Londrina no ano passado, 53,8% são referentes a pessoas acima de 60 anos - 14 no total.
De acordo com Pacheco, os índices apresentados estão diretamente ligados ao perfil comportamental do motorista e do pedestre. "A prova disso é que não há concentração de acidentes, pois são em toda a cidade. Não é algo que passa apenas pela sinalização, mas pelo modelo que a pessoa quer quando está na rua, que precisa ser repensado", acredita. "É o pedestre cumprir um conjunto de responsabilidades e o motorista fazer o que determina a lei, que é cuidar da parte mais fraca no trânsito, que é o pedestre e o ciclista."
Desde setembro do ano passado está vigorando em Londrina a campanha "Olhe e sinalize", que substitui a "Pé na faixa", e tem o intuito de conscientização. Pacheco afirmou que durante 2018 o setor de educação do órgão vai intensificar os trabalhos. "É um trabalho de médio a longo prazo, pois a mudança de comportamento não acontece do dia para a noite."
Para o diretor de Trânsito da companhia, Hermerson Pacheco, o percentual é considerado preocupante. "Pela quantidade de habitantes que temos em Londrina e de veículos estamos em uma média que entendemos que começa a sair do normal. Sempre existe uma luz amarela em relação a isso", afirmou. Segundo ele, as estatísticas mostram que na maioria das vezes o acidente poderia ter sido evitado. "A pessoa, muitas vezes, não atravessa na faixa, avalia de maneira errada a distância de um ponto a outro e velocidade do veículo. Não procura atravessar pela passarela na rodovia. Falta atenção", apontou.
Do total de óbitos por atropelamento em Londrina no ano passado, 53,8% são referentes a pessoas acima de 60 anos - 14 no total.
De acordo com Pacheco, os índices apresentados estão diretamente ligados ao perfil comportamental do motorista e do pedestre. "A prova disso é que não há concentração de acidentes, pois são em toda a cidade. Não é algo que passa apenas pela sinalização, mas pelo modelo que a pessoa quer quando está na rua, que precisa ser repensado", acredita. "É o pedestre cumprir um conjunto de responsabilidades e o motorista fazer o que determina a lei, que é cuidar da parte mais fraca no trânsito, que é o pedestre e o ciclista."
Desde setembro do ano passado está vigorando em Londrina a campanha "Olhe e sinalize", que substitui a "Pé na faixa", e tem o intuito de conscientização. Pacheco afirmou que durante 2018 o setor de educação do órgão vai intensificar os trabalhos. "É um trabalho de médio a longo prazo, pois a mudança de comportamento não acontece do dia para a noite."