Os cavalos da raça mangalarga recebem tratamento diário para competir nas provas da ExpoLondrina. Ao todo, 78 animais participam do campeonato que começou na última sexta-feira (5) e termina neste domingo (7) com premiação em 23 categorias.
Tratador de cavalos há 15 anos, Cristiano Luciano, de Jaguariúna (SP), informou que o mangalarga come 6 quilos de ração diária em três refeições, sendo que a primeira ocorre às 7h. Além disso, o pelo do animal é escovado após o banho. "Assim, o cavalo fica bonito e forte para as competições", explicou.
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Depois de tanto cuidado, os cavalos da raça mangalarga são admirados pelo público quando entram na pista de competição. Maicon Faquini trouxe o filho e a mulher de Sertanópolis para visitar a ExpoLondrina e aproveitou a oportunidade para acompanhar as provas. Ele elogiou o trabalho dos tratadores durante as competições. "Apesar do barro, os cavalos estão sempre limpos e com o pelo bonito. Eu já morei no sítio e esse trabalho não é fácil", destacou.
O jovem londrinense Vitor Pereira dos Santos, 16 anos, contou que acompanha as competições há seis anos na ExpoLondrina. "Eu conheço alguns haras da cidade e monto em uma chácara, mas nunca participei de uma prova", disse o adolescente que sonha com um mangalarga. "Mas, é difícil ter um cavalo de raça por causa do preço", acrescentou. O preço de um cavalo margalarga pode chegar até R$ 50 mil, dependendo da genética, desempenho em competições e evolução do animal.
A aposentada Zilda de Souza, de Cambé, acompanhou as provas equestres pela primeira vez para apoiar a nora que estreava em campeonatos na categoria patrão e castrado. "Está difícil de escolher qual o cavalo mais bonito", elogiou.