O Londrina Esporte Clube conquistou valorização esportiva com o acesso à Série B do Campeonato Brasileiro, mas esse avanço não se refletiu no mercado de patrocínios. O clube admite que o movimento inicial ficou aquém do esperado. Segundo o CEO da SAF, Armando Chekerdemian, havia uma expectativa maior impulsionada pela força das casas de apostas esportivas, algo que não se concretizou.
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“É um tema delicado porque nós viemos de outros patamares de precificação para patrocínio e receita, e até tivemos uma expectativa, pelo momento inicial das bets, um pouco mais alta. Estamos conversando com alguns parceiros e percebendo um movimento não tão expressivo como esperávamos, mas, obviamente, os patrocínios que fechamos são em patamares mais elevados em relação à Série C”, afirmou o dirigente.
A projeção orçamentária do clube para a temporada é de mais de R$ 25 milhões, valor revelado pelo proprietário da SAF, Guilherme Bellintani. Com isso, o Londrina elevou suas cotas de patrocínio, impulsionado pela participação na Copa do Brasil e, principalmente, na Série B, que amplia consideravelmente a exposição das marcas, até mesmo em número de jogos no ano.
“Estamos buscando em outros níveis, cota de TV também teremos em outras dimensões, assim como o custo dos jogadores também subiu bastante”, destacou Armando, que ponderou em seguida: “Mas deu para sentir que há muito mais procura pela marca. Há uma construção de longo prazo na qual estamos trabalhando. É o segundo ano completo da SAF, e isso agrega ao projeto."
Leia a reportagem completa na Folha de Londrina: