O executivo de futebol do Londrina, Lucas Magalhães, afirmou que a prioridade do clube na última janela foi buscar reforços que elevassem o nível da equipe na Série B, e não apenas compor elenco. Apesar da intenção, o Tubarão encontrou dificuldades no mercado e contratou somente o lateral-direito Weverton, que chegou do CRB para substituir Maurício, emprestado ao Fortaleza.
“Precisamos de contratações pontuais, que realmente agreguem qualidade e tenham nível de Série B. O mercado estava difícil e não conseguimos trazer nomes que viessem para somar”, disse à rádio Clube.
Segundo o dirigente, a falta de reforços não foi estratégia, mas consequência das limitações do mercado. Ele projeta mudanças na próxima janela.
“No meio do ano teremos um diagnóstico mais claro do elenco. Dependendo do cenário, podemos ser mais agressivos, sempre para qualificar”, afirmou. Lucas também reconheceu críticas ao desempenho, especialmente dos reservas, que ainda passam por maturação.
O executivo comentou ainda a pressão sobre o técnico Allan Aal e descartou mudanças. “Entendemos a cobrança, mas buscamos um modelo diferente. Com orçamento menor, é preciso convicção e profissionalismo”, destacou.
O dirigente ainda minimizou a ideia de que o estádio VGD (Vitorino Gonçalves Dias) possa ser um fator de pressão negativa para o elenco. Para ele, lidar com cobranças faz parte do contexto da competição. “Quem não aguenta a pressão tem que pedir para sair. Todos que estão na Série B recebem dentro desse nível e precisam estar preparados para esse ambiente”, concluiu.
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