O estádio do Café voltou ao centro das atenções no último sábado (7), antes, durante e depois da classificação do Londrina à semifinal do Campeonato Paranaense. As condições da praça esportiva, que recebeu o duelo contra o São Joseense, decidido nos pênaltis a favor do Tubarão, mais uma vez chamaram negativamente a atenção.
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Um problema recorrente em dias de jogo se repetiu no fim de semana: a falta de água nos banheiros. A situação provocou queixas e protestos de torcedores ao longo da partida. Um dos fatores apontados foi a realização simultânea de um evento religioso no Autódromo Internacional Ayrton Senna, que divide com o estádio a mesma caixa d’água geral, aumentando o risco de sobrecarga. O movimento intenso no autódromo teria elevado o consumo e deixado os banheiros do Café novamente sem abastecimento, cenário que se repete em praticamente todos os jogos do Londrina neste ano.
A FEL (Fundação de Esportes de Londrina) identificou ainda um problema estrutural no sistema de abastecimento, o mesmo instalado desde a construção do estádio, em 1976. Para tentar resolver a situação, a FEL iniciou a instalação de dez caixas d’água de apoio, equipadas com bomba própria para levar 10 mil litros aos banheiros. O sistema, que funcionará como um “plano B”, começou a ser montado há cerca de 45 dias. As obras foram aceleradas e passarão por testes nesta semana para que tudo esteja em funcionamento no próximo jogo.
Iluminação falha
Além da água, a iluminação também gerou críticas. O superposte instalado atrás das cadeiras, inaugurado em dezembro de 2024 para reforçar a luminosidade das arquibancadas e do campo, parou de funcionar durante a partida. O setor ficou às escuras e a visibilidade do gramado foi prejudicada.
Leia a reportagem completa na Folha de Londrina: