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Museu Oscar Niemeyer recebe mega-exposição chinesa em julho

27 mai 2003 às 17:16

As milenares peças da República Popular da China, os "Guerreiros de Xi´an e Tesouros da Cidade Proibida" serão apresentadas aos paranaenses de 1º de julho à 30 agosto, no Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba. A mega-exposição já recebeu 600 mil visitantes em São Paulo, onde permanece até o dia 8 de junho.

O anúncio da vinda da exposição ao Paraná foi feito pela diretora do MON, Maristela Requião, que recebeu nesta terça-feira a missão chinesa e os representantes da BrasilConnects (entidade que organiza e coordena a exposição) para uma visita de estudo e de avaliação do espaço que irá abrigar as peças.


De acordo com a Secretaria Estadual de Comunicação, a missão foi recebida no Palácio Iguaçu e em seguida encaminhada às dependências do museu. O grupo integrado pelos chineses Hu Guoqing (Conservador do Palace Museum), Ma Zhixiang (Conservador da Província de Shaanxi), a intérprete Jeane Yange, o gerente do projeto (BrasilConnects) Elisio Yamada e o conservador brasileiro, Raul Carvalho, foi acompanhado pela primeira-dama e pelo arquiteto Oswaldo Cintra, do escritório de Niemeyer.


"Estamos avaliando as condições de segurança e os equipamentos de controle da temperatura instalados neste espaço", justificou Elisio Yamada. As aproximadamente 400 peças, entre estátuas em terracota (argila), vasos, roupas, quadros, pinturas e utensílios de guerra e domésticos antigos, exigem uma aclimatação especial durante o período em que ficam expostas ao público.


Está prevista uma nova visita de técnicos chineses a Curitiba, para os próximos dias, desta vez para avaliar e ter idéia de como será distribuída a exposição.


Segundo o técnico chinês Hu Guoging, do Palace Museum, o espaço do Museu Oscar Niemeyer é maior do que o da Oca, onde a exposição estava instalada em São Paulo.

Um fato, segundo ele, que possibilita a vinda da China de alguns painéis fotográficos que acompanham os guerreiros e que não integraram a de São Paulo por falta de espaço, além de fitas de vídeos que poderão ser projetadas nas salas de projeções do MON.


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