Paulo Frieb, conhecido diretor de cinema e teatro de Curitiba, além de ator e radialista, morreu nesta sexta-feira, 12 de maio, vítima de um derrame. Friebe, que tinha 44 anos, estava internado no Hospital de Clínicas de Curitiba desde o dia 5 de maio, há exatamente uma semana. O corpo está sendo velado no Cemitério Municipal de Curitiba e será cremado no sábado, dia 13, no período da tarde.
O paranaense Paulo José Friebe estava há anos envolvido na vida cultural de Curitiba, acumulando as funções de diretor de cinema e teatro, ator e radialista. Possuía dois programas de rádio transmitidos pela FM Educativa do Paraná, sendo um de bossa nova e outro sobre o período de ouro da música brasileira.
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Entre os diversos trabalhos como ator em cinema e vídeo, destacam-se "A Ervilha da Fantasia" (1985), de Werner Schumann, "A Guerra do Pente" (1986), de Nivaldo Lopes, "Sr. Power" (1990), de Osualdo Candeias, "Cronicamente Inviável" (2000), de Sérgio Bianchi, "Aldeia" (2000), de Geraldo Pioli, e "Adeus Menino" (2000), de Beto Carminati.
Entre os filmes dirigidos e roteirizados por Paulo Friebe, estão "Bento Cego" (2000), em parceria com Geraldo Pioli, "Domingo no Parque" (1984), "Ah... Essa é Boa!" (1988) e "Cachorro não, Chichorro!" (2002), em parceria com Arnoldo Friebe. Também foi produtor de elenco do longa-metragem "Power Point", em 2001.
No teatro, interpretou e dirigiu diversos trabalhos (o mais conhecido deles foi "O Vampiro e a Polaquinha", que permaneceu em exibição por muitos anos mini auditório do Teatro Guaíra). Ele também contribuía com projetos educacionais, em que participava de peças infantis, uma das mais recentes foi "Branca de Neve e os Sete Anões".