Hoje, celebra-se (ou lamenta-se, como seria mais adequado) 25 anos da morte de Elvis, que morreu aos 42 anos de um ataque do coração. A cidade de Memphis, onde fica a casa que foi dele, espera receber 75 mil peregrinos da elvismania para lembrar a data.
Um quarto de século após seu desaparecimento, ele continua sendo uma mina de ouro para seus investidores. Lista da Forbes mostra que ele é o mais rentável artista morto, ganhando de Charles Schulz (o criador do Charlie Brown, segundo colocado) e John Lennon.
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''Pense sobre as marcas que são ícones do nosso tempo, como Coca-Cola, General Motors, companhias que possuem esses ubíquos símbolos; eu acho que Elvis é uma marca como essa'', disse Joe DiMuro, vice-presidente de Marketing da BMG escalado para dirigir o ano Elvis.
Compreender o fenômeno Elvis Presley continua algo complicado, já que o culto supera as barreiras do tempo. Atualmente, segundo levantamento da Harry Interactive feito por esses dias, 10% dos americanos já foram à casa de Elvis, o museu kitsch de Graceland (uma em cada dez pessoas), render-lhe tributo.
A onda Elvis de nostalgia varre o globo. No Brasil, a GNT exibe hoje, às 21 horas, o documentário ''A Memphis de Elvis''. E, assim como foi com a coletânea 1, dos Beatles, que bateu todos os recordes de vendagem em 2000, agora é a vez de Elvis. A BMG coloca nas lojas, no dia 23 de setembro, a coletânea ''Elvis: 30 Hits n.º 1''.