A música popular brasileira exerce um fascínio permanente sobre os músicos. Explica-se, em tese, porque cada vez mais instrumentistas eruditos dedicam parte de seu tempo a esse universo flexível, onde a partitura é um caminho, mas não chega a ser mandamento de vida e morte.
O violonista carioca Zé Paulo Becker, de rígida formação clássica, foi mais longe: há sete anos abandonou a carreira clássica para ser músico popular. A troca de gênero não foi tão simples quanto parece. Ele teve que reaprender a ver o instrumento sob outra ótica. "Foi muito difícil", confessa.
Receba nossas notícias NO CELULAR
WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.
Zé Paulo está com o primeiro CD solo na praça, "Lendas Brasileiras", lançado pela Kuarup. Pelo mesmo selo saiu anteriormente o disco do Trio Madeira, conjunto do qual ele faz parte ao lado de Ronaldo do Bandolim e Marcelo Gonçalves (violão de sete cordas). O músico toca violão de seis cordas.
Leia mais na edição desta sexta-feira da Folha de Londrina