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Construção

Governador investe R$ 41 milhões na UEL em 2014

Agência UEL
16 jan 2014 às 17:47

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O governador Beto Richa anunciou nesta quinta-feira (16) o total de R$ 41 milhões para a Universidade Estadual de Londrina. O montante será investido em infraestrutura e ensino, na construção da nova maternidade do Hospital Universitário (HU), na conclusão de um bloco da nova Clínica Odontológica Universitária (COU) e na implantação do programa Telessaúde em Londrina. O anúncio de liberação das verbas foi realizado durante solenidade de assinatura do contrato de reconstrução do Ouro Verde, com investimentos de R$ 12.641 mi.

Foram liberados pelo Governo R$ 8,5 milhões para implementação de infraestrutura e aquisição de equipamentos para o novo prédio da Clínica Odontológica Universitária (COU), localizada no Campus Universitário. O objetivo é operacionalizar a atividade no prédio construído no Campus Universitário. A primeira etapa da obra prevê o aproveitamento de um bloco da COU de 4,5 mil metros quadrados. Serão concluídos três ambulatórios principais com 34 conjuntos odontológicos, Centro de Esterilização, Serviços de Radiodiagnóstico, arquivo e vestiários.

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Os recursos serão viabilizados pelas secretarias de Saúde e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná. Segundo a reitora Nádina Moreno "no total, o novo prédio da COU tem 11.200 metros quadrados de obra no Campus, mas o término da construção será viabilizado de maneira fracionada". A licitação para a conclusão de um dos blocos do novo prédio, segundo a reitora, será realizada até abril deste ano. "A obra será concluída em 2015, e equivale ao mesmo espaço que a COU ocupa hoje", disse.


Outros R$ 9 mi serão investidos em infraestrutura de ensino na Universidade. São recursos da Unidade Gestora do Fundo Paraná (UGF), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI). As verbas serão investidas em Laboratórios de ensino e pesquisa, além da aquisição de equipamentos e salas de permanência. "É um grande investimento do Governo do Estado na melhoria de toda a infraestrutura necessária para o ensino", conclui Nádina Moreno.

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Telessaúde


Beto Richa também oficializou a liberação R$ 400 mil em equipamentos para a implantação do programa Telessaúde Paraná Redes. A iniciativa que conta com a participação das Universidades Estaduais Paranaenses prevê o uso de Internet para que médicos do Programa Saúde da Família recebam apoio em seus diagnósticos. O objetivo é fazer consultorias técnicas sobre procedimentos médicos.

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Ao todo 20 municípios da região de Londrina aderiram ao programa, entre eles Guaraci, Cambé, Miraselva, Rolândia, Sertanópolis e Porecatu. O Telessaúde terá 50 pontos com internet, sendo 46 distribuídos em unidades da macrorregional de Curitiba e outros quatro pontos em universidades de Curitiba (UFPR), Londrina (UEL), Cascavel (Unioeste), e Maringá (UEM). Professores das Universidades e gestores designados ficarão responsáveis por responder as questões enviadas por e-mail pelos profissionais. Esta é a terceira etapa de implantação do Telessaúde, o programa já foi lançado em Maringá e Curitiba.


O Telessaúde é uma parceria da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná com o Ministério da Saúde e as Universidades do estado. As Universidades irão compor quatro núcleos técnico-científicos, que oferecerão a teleconsultoria, segunda opinião formativa e telediagnóstico, por meio do uso da tecnologia de informação.

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Maternidade do HU


Beto Richa também oficializou o repasse de R$ 11 milhões para a construção da nova Maternidade do Hospital Universitário (HU). A obra terá 3,5 mil metros quadrados, 35 leitos, cinco leitos especiais para pré e pós-parto, um centro de parto normal, estrutura para acomodar gestantes e Centro Cirúrgico Obstétrico.


Segundo a superintendente do HU, Margarida de Carvalho, os projetos arquitetônicos complementares já estão prontos. Ela informou que o processo de licitação para a obra será aberto no início de fevereiro. "A previsão são três anos de obras. Portanto, a nova maternidade ficará pronta e será colocada em pleno funcionamento no ano de 2017, conforme prevê o Planejamento Estratégico do hospital", ressaltou.

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O projeto também prevê uma estrutura para mães consideradas de alto risco – uma exigência do Ministério da Saúde, além do Centro de Parto Normal e toda a infraestrutura de apoio para o chamado parto humanizado. O HU integra a rede de atenção à saúde da mulher e da criança, denominada Rede Mãe Paranaense.


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