A morte de Gerardo Renault, pai de Ana Paula Renault, enquanto a jornalista ainda segue confinada no BBB (Big Brother Brasil) tem gerado comoção entre o público. Chamou atenção também um relato de Ana Paula sobre uma espécie de “premonição” no mesmo dia em que recebeu a notícia do falecimento.
Em um desabafo com Juliano, a sister afirmou ter ouvido a voz da mãe falecida há 27 anos. “Escutei minha mãe falando comigo hoje. Ela falou que estava comigo, só isso. Faz mais de 30 anos que não vejo nada dela, e hoje ela falou comigo”, contou.
Para a astróloga, oraculista e terapeuta holística Rosana Bloise, autora de “Oráculo do Poder Feminino” e “Oráculo Cigano” (Matrix Editora), experiências como essa podem ser compreendidas a partir de uma leitura energética e espiritual, especialmente em contextos como o confinamento do Big Brother.
Segundo Rosana, dentro de uma visão espiritual, as pessoas não estão verdadeiramente separadas umas das outras, sobretudo quando existe um vínculo profundo, como o familiar.
“Esses laços criam conexões energéticas. Quando duas pessoas têm uma ligação muito forte, os campos energéticos permanecem conectados, mesmo à distância”, explica.
Em momentos críticos, como doença grave ou morte, ocorre uma alteração vibracional intensa, que pode reverberar nessa conexão.
Essa mudança, afirma a terapeuta, pode se manifestar de diferentes formas: um aperto no peito, inquietação repentina, enjoo, angústia sem causa aparente ou a sensação clara de que algo está errado. “O que muitas pessoas chamam de pressentimento, nesse olhar, seria a percepção dessa alteração energética”, comenta.
Isolamento potencializa vibrações energéticas
Rosana explica que, no Big Brother Brasil, o isolamento não leva apenas o participante a olhar para dentro de si, mas cria um movimento duplo. “Ao mesmo tempo em que a pessoa se aprofunda no próprio mundo interno, ela também se torna extremamente sensível ao que acontece ao redor”.
E assim ocorre um alinhamento natural: o mundo interno fica mais audível, enquanto o campo energético do ambiente se torna mais perceptível. É como se dois canais fossem ativados simultaneamente: a autopercepção e a leitura energética do outro.
É justamente nesse ponto que surge uma habilidade muito importante dentro do jogo que é a capacidade de perceber mudanças sutis na energia das pessoas, sentir quando algo não está alinhado e captar movimentações antes mesmo de se tornarem visíveis.
Isso não aparece como um pensamento lógico ou racional, mas como uma sensação, uma pista, um “algo mudou” que o participante não sabe explicar, mas sente com clareza.
Chakras ativados
Dentro dessa dinâmica, dois chakras entram em ativação de forma natural e inconsciente.
O chakra cardíaco funciona como um verdadeiro sensor emocional do campo, indo além dos sentimentos e captando vínculos, intenções e alterações nas relações. “No contexto do jogo, isso se manifesta na percepção de quem está mais distante, na sensação de verdade ou falsidade nas interações e na identificação de quebras em alianças.”
Já o chakra frontal, conhecido como terceiro olho, atua como um tradutor dessas percepções. Ele transforma o que é sentido em consciência, trazendo insights repentinos, pressentimentos sobre o jogo e leituras rápidas das situações.
Quando esses dois centros trabalham em conjunto, o participante passa a ler o jogo energeticamente, não apenas pelo que é dito, mas principalmente pelo que é sentido.
Dinâmica do jogo também interfere
Outro fator mencionado por Rosana é o instinto de sobrevivência, que pode ser ativado em ambientes de alta pressão emocional, como o reality show. Quando isso acontece, a sensibilidade se expande e a percepção do entorno, inclusive em níveis não físicos, se amplia.
“Dentro desse olhar espiritual, o pressentimento não é imaginação, mas uma leitura energética de um vínculo que nunca deixou de existir”, afirma.