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Infância: natação para bebês estreita relações afetivas

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
13 abr 2020 às 10:03

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Reprodução/Pixabay
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Além de ser um ato prazeroso por ser praticado dentro da piscina, a natação é um esporte completo e trabalha diversas partes do corpo, como o fortalecimento da musculatura, a noção de espaço e de equilíbrio. No caso dos bebês os benefícios vão além.

Segundo Clóvis Paes Marques, coordenador do curso de Educação Física da Universidade UNG, "o corpo imerso no meio líquido recria a experiência do período intrauterino, por isso é tão atraente e convidativo para o bebê. Se faz necessário que a nova experiência seja tão segura e acolhedora para que haja reconhecimento e pronta adaptação", explica.

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Para isso, as aulas são acompanhadas pelos pais ou responsáveis. A interação do acompanhante pela fala, toque ou afago torna a adaptação à nova atividade mais confortável.


É neste período que o laço de confiança entre eles se estreita e o desenvolvimento afetivo é construído, o que desperta a inteligência emocional da criança e proporciona sensação de bem-estar, estimulando o convívio com os demais integrantes do grupo. Sendo assim, ela aprende desde pequena a respeitar as diferenças e se tornar sociável.


Ao contrário do que muitos pensam, o bebê não faz natação para aprender a nadar, mas para praticar exercícios que estimulem sua coordenação motora, por isso as aulas são lúdicas, cheias de brincadeira e diversão. Normalmente a turma é composta por alunos de seis meses a dois anos de idade e duram por volta de 30 minutos, tempo suficiente para que ele estimule os sentidos sensoriais desenvolvendo o cérebro e ainda gaste toda sua energia.


"O contato da pele com a água, a temperatura, a proximidade com o instrutor ou familiar e o estímulo motor fornecem ricos subsídios para o desenvolvimento psíquico, motor e social da criança", afirma o professor Clóvis Paes.


No entanto, o professor adverte que antes de matricular seu filho em uma academia, é importante perguntar ao pediatra que o acompanha se o bebê está apto.

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Recomenda-se que a criança faça após os seis meses por ter tomado a maioria das vacinas. Verifique também as condições higiênicas da academia e certifique-se da qualidade do profissional que irá instruir seu filho, afinal más experiências podem resultar em traumas e o pequeno pode ter dificuldades de entrar na água novamente.


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