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Livre-se dela!

Barriga não combina com qualidade de vida

Redação Bonde
30 jul 2009 às 21:50

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Arquivo Folha de Londrina
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A "barriga" se forma basicamente por um motivo: a falta de atividade física. Outro ingrediente que colabora para o acumulo dos indesejáveis pneuzinhos é a ingestão de alimentos com grande quantidade de calorias. Como o corpo não "queima" toda esta energia, ela se transforma em depósitos corporais, sob a forma de gordura.

O depósito de gordura na região abdominal é chamado de andróide, diferente da localizada nos quadris, coxas e glúteos — denominada ginecóide. Mas há também a gordura visceral, depósitos adiposos que se formam nas paredes de órgãos internos como o intestino, o fígado e o pâncreas e que podem provocar problemas cardiovasculares (hipertensão, enfarte) e deflagrar o diabetes.

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Flacidez


Outra causa da barriga que literalmente "salta aos olhos" é o abdome fraco e flácido. Se a parede abdominal estiver fraca, não dará boa sustentação aos órgãos internos, que se projetarão para frente.

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Coluna


A situação pode chegar a um nível de descontrole que, devido ao tamanho da barriga, a pessoa pode ter problemas posturais. É quando a barriga se projeta para a frente, provocando uma hiperlordose. Essa postura é mais comum entre as mulheres, que assumem esta postura errada para arrebitar o bumbum ou até ao uso de salto alto, que naturalmente acentua esta postura. Assim, a região lombar fica hipertrofiada e a abdominal fraca.

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O que fazer?


Os especialistas são unânimes em explicar que não há receitas milagrosas para acabar com a "barriguinha" e indicam duas estratégias fundamentais: reeducação alimentar e prática cotidiana de exercícios físicos aeróbios. Mas é preciso aderir às duas em conjunto, pois são ações complementares.

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O que evitar


• Bebidas alcoólicas, devido à quantidade de calorias que possuem;

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• Doces e frituras;


• Refeições 'pesadas' e calóricas, principalmente à noite;

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• Alimentos causadores de gases como refrigerantes, feijão, frituras, pão, queijo, enlatados, carne vermelha e embutidos (linguiça, presunto, salame, salsicha);


• Alimentos que retêm líquidos, como embutidos, sal em excesso e alimentos processados;

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• Transformar em hábito a ingestão de alimentos e líquidos em porções exageradas, pois resulta no aumento do estômago. Em consequência, para ter a sensação de estar saciado, a pessoa precisará ingerir uma quantidade maior de comida — boa parte desta energia não será gasta e se transformará em gordura.


Coma menos!


• Procure fazer mais refeições (cinco a seis por dia), com menores porções e poucas calorias. O maior fracionamento da dieta também contribui para um melhor funcionamento intestinal, uma vez que com ele o estímulo da função intestinal será constante.


Coma melhor!


• As fibras insolúveis associadas a uma ingestão adequada de líquidos permitem que o intestino funcione de forma regular, evitando que a barriga fique dilatada e dolorida. Alimentos como farelo de trigo não processado ou farelo de arroz, cereais integrais, pão integral, legumes/ervilha, vagem e nozes, verduras como o espinafr, maçã, laranja e outras frutas são ricos em fibras. No entanto, as fibras são decompostas pelas bactérias do intestino e o organismo leva um tempo para se acostumar com isso. Assim, introduza-as devagar nas refeições;


• Os alimentos diuréticos também contribuem para diminuir a retenção hídrica, reduzindo o inchaço. Consuma chás, suco de limão, melancia, morango, abóbora, agrião, beterraba, cenoura, escarola, folhas de beterraba, repolho, salsinha, tomate, broto de feijão e pepino.


Atividade física


• Incorpore ao seu dia-a-dia a prática de uma atividade física aeróbia (caminhada, corrida, natação, bicicleta), pelo menos três vezes por semana, durante pelo menos trinta minutos;


• Sozinhos, os exercícios abdominais não servem para perder barriga. Eles fortalecem a musculatura abdominal, mas deixam intacta a camada de gordura à sua frente. Escolha alguma atividade aeróbica e pratique;

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• Não esqueça que, antes de qualquer prática esportiva, é necessário fazer uma avaliação médica e, se possível, contar com o acompanhamento de um profissional de Educação Física. (Com informações do Site Médico)


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