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Especialista aponta cinco erros de quem mora em apartamentos pequenos

Redação Bonde
30 mar 2016 às 14:49

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Reprodução/CasaPRO
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Para ter uma vida boa, não é preciso uma casa grande nem muitos móveis. Pelo contrário. Talvez você tenha um cotidiano mais fácil depois de limpar sua casa de alguns objetos e mudar-se para um local menor. É isso que defende o arquiteto canadense Graham Hill, fundador da Life Edited, uma empresa de design para quem mora em espaços pequenos. "Estamos confundindo espaços grandes com qualidade de vida", resume o profissional, que vive em um imóvel de 39 m², em Nova York.

O próprio Hill aprendeu a viver com pouco depois de ter tudo em excesso. Bem-sucedido aos 30 anos, o arquiteto comprou um casarão e um loft descolado nos Estados Unidos. depois equipou os imóveis com todo tipo de móveis e eletro-eletrônicos que sempre quis. Mas logo descobriu que novidades perdiam rapidamente a graça e exigiam constante energia para mantê-las e gerenciá-las. Para completar, constatou que podia ser feliz viajando ao lado de sua namorada, levando apenas roupas, laptops e produtos de higiene.

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Quando o namoro acabou, ele resolveu simplificar sua vida. Vendeu a casa e se mudou para um apartamento de 39 m², em Nova York. No espaço, trabalha e recebe até doze amigos. O apartamento teve tanta atenção da imprensa que Hill abriu a Life Edited.


Para ajudar quem vive 'lutando' contra a falta de espaço, o especialista listou os cinco maiores erros de quem mora em apartamentos pequenos. Anote as orientações:


1. Não planejar a casa de acordo com suas necessidades


Faça escolhas. "Você precisa decidir o que é mais importante para você", diz Hill. Reflita sobre seu estilo de vida e escolha quais objetos vale à pena manter e quais funções a casa deve comportar. Se você não souber suas reais necessidades, perderá espaço e qualidade de vida.


2. Comprar por impulso


Antes de comprar, pergunte-se se realmente precisa do objeto. E se a necessidade for emocional? "Você precisa mudar essa necessidade, caso vá viver em um espaço pequeno", afirma o arquiteto. Quem compra tudo que vê pela frente acaba disputando o espaço de circulação com móveis e objetos.


3. Manter eletrodomésticos pouco usados


Não vale a pena comprar eletrodomésticos que usará poucas vezes durante o ano. A não ser que você seja aficionado por massas resista à tentação de ter uma máquina de fazer pães. A mesma regra vale para a máquina de fazer pipoca, sorvete ou crepes. Dependendo do seu estilo de vida, vale à pena abrir mão até do forno! Para compensar a falta desses equipamentos abuse da infra-estrutura e comércio do seu bairro. Em vez de gastar espaço, use serviços como rotisserias e padarias.


4. Exagerar no número de estantes abertas


Prateleiras abertas e preenchidas com objetos coloridos tornam o ambiente visualmente pesado. Elas diminuem a sensação de amplitude – por isso, dose-as bem. "Superfícies lisas tornam o ambiente menos claustrofóbico", ensina Hill. Por isso, prefira armários com portas de cores claras e sem estampas.


5. Abusar das luminárias de chão

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Essas peças costumam roubar preciosos centímetros quadrados e, com frequência precisam de mais espaço para ser admiradas. Adote lâmpadas no forro, como as embutidas e os spots (pequenos canhões de luz), que também permitem criar ambientes de iluminação variados. (Fonte: Casa Abril)


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