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De cara nova, móveis estão mais bonitos e acessíveis

13 set 2010 às 11:50

A indústria moveleira está de olho na Classe C. Com potencial de crescimento
em número de pessoas e poder de compra, o consumidor deste filão quer mais do que qualidade na hora de comprar móveis. "Esse segmento de consumo busca design inovador e funcionalidade, com mais opções de acabamento e cores, a um custo acessível", aponta Marco Aurélio Kumura, gerente de marketing da indústria de móveis Colibri.


Aparador, mesa de centro e lateral nos tons amêndoa e laca preta


Atenta a essa demanda, a empresa, sediada em Arapongas, investe pesado nas áreas de tecnologia e criação. "Temos uma equipe interna de designers e contratamos escritórios de Bento Gonçalves, além de visitarmos o Salão de Milão para conhecer as tendências", conta Kumura.


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Home theater tabaco e laca branca


Segundo o diretor comercial da empresa, José Lopes Aquino, a busca pela inovação está centrada também na qualidade dos móveis. "Investimos em tecnologia alemã para melhorar o padrão de acabamento de superfícies em MDF e MDP e reduzir custos. Ampliamos a variedade de cores e padrões", garante.


Em 2011, a Colibri, que distribui seus produtos a lojas de varejo como Casas Bahia e Móveis Brasília, e exporta para mais de 40 países, vai lançar seus produtos-conceito em três datas diferentes.


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Escrivaninha com bancada flexível


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Guarda-roupas com portas deslizantes (2,2 m/altura x 2,35 m/largura)

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Rack com portas sem puxadores seguem tendência europeia


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