Paraná

Primeira morte por dengue em 2026 é registrada no Paraná

11 fev 2026 às 17:29
Um idoso de 89 anos, morador de Leópolis (Norte), morreu nesta semana em decorrência de complicações médicas causadas pela dengue. O falecimento ocorreu em Cornélio Procópio (Norte Pioneiro), no Hospital João Lima, local onde o paciente estava internado. Este é o primeiro registro de óbito relacionado à doença no estado em 2026. No mesmo período do ano passado, 12 pessoas já haviam falecido.

A informação foi divulgada pela Sesa-PR (Secretaria de Estado da Saúde do Paraná) no último boletim semanal, publicado nesta terça-feira (10). No relatório, o óbito foi atribuído ao município de Cornélio Procópio, sede da 18ª RS (Regional de Saúde). Entretanto, a Prefeitura ressaltou, em nota à imprensa, que solicitou à Sesa a correção do registro, para que o caso fosse contabilizado no município de origem da vítima.

“Como polo regional de saúde, Cornélio Procópio atende pacientes de diversos municípios, o que não caracteriza vínculo do caso com a cidade. Até ontem (10), conforme boletim da Secretaria de Estado, o município não possui registro positivo de dengue”, esclarece.

Número de casos


Em todo o estado, 322 casos de dengue foram confirmados e 11 são graves. O número de suspeitas chegou a 8.796. Desse total, 4.493 foram descartados, e 3.981 ainda aguardam um veredito.

A 17ª RS de Londrina, segue com o maior número de casos confirmados de dengue (56), notificações (2.265) e diagnósticos prováveis (1.286). Os pontos de atenção continuam com a 14ª RS, de Paranavaí, que possui 46 diagnósticos da doença, e a 20ª RS, de Toledo, com 490 casos prováveis.

Plano de ação em Londrina


A Secretaria de Saúde de Londrina lançou, na segunda-feira (9), o plano de ação para 2026 voltado ao combate à dengue no município. Com uma campanha intitulada “Londrina Sem Dengue - Sua Ação Salva Vidas”, o foco do plano está na utilização de drones e aspiradores de mosquitos para manter os resultados positivos alcançados em 2025. 


Os aspiradores serão utilizados em locais estratégicos nas casas, onde os mosquitos costumam ficar após sugar o sangue dos seres humanos. Os mosquitos aspirados serão levados para o setor de Entomologia da UEL (Universidade Estadual de Londrina) para análise.

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