O Aeroporto Regional de Maringá, que entrou em operação há menos de 15 dias, está com problemas na pista do pátio de manobras dos aviões. São 20 fissuras que variam de dois a três metros de comprimento cada uma.
O secretário municipal de Transportes, Renato Luiz Bariani, garante que as fissuras não interferem no funcionamento do aeroporto, mas são um indicativo de que a obra pode sofrer problemas precoces.
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Bariani conta que as fissuras apareceram há mais de um ano e foram aceitas no processo de homologação do Ministério da Aeronáutica. Conforme o secretário, a prefeitura vai entrar na Justiça contra a Construtora Sanches Tripoloni, de Maringá, subempreiteira da DM Construções, de Curitiba, responsável pela construção do aeroporto. A procuradoria jurídica do município pediu uma perícia para acompanhar a ação judicial que pretende contestar a qualidade da obra. A obra de correção deve custar entre R$ 60 mil e R$ 70 mil.
Na Construtora Sanches Tripoloni, subempreiteira responsável pela construção da pista e do pátio de manobras, nenhuma pessoa foi autorizada a falar sobre o assunto.
* Leia mais em reportagem de Marta Medeiros na edição da Folha do Paraná/Folha de Londrina desta quarta-feira