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220 km

Duplicação da PR-323 é aprovada em audiências públicas

Agência Estadual de Notícias
05 dez 2013 às 19:31

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AEN
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A obra de duplicação da PR-323, que liga Maringá a Francisco Alves, foi aprovada nesta quinta-feira (5) em audiências públicas realizadas em Umuarama e Cianorte. Promovidos pelo Governo do Estado, os encontros serviram para ouvir as demandas da regiões que serão afetadas pela duplicação dos 220 km da rodovia. A obra será executada em Parceria Público-Privada (PPP).

Serão construídos 207 quilômetros de novas pistas na rodovia, completando a duplicação entre Paiçandu e Francisco Alves. Ao longo da duplicação haverá 19 viadutos, 22 trincheiras, 13 passarelas e nove pontes, além de marginais e ciclovias nas áreas urbanas.

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Na primeira etapa do programa serão duplicados 162,5 quilômetros, saindo de Paiçandu até o entroncamento da PR 486, em Perobal. Na segunda etapa começará a duplicação dos outros 44,3 quilômetros, entre Perobal e Francisco Alves.


O investimento previsto para todo o programa de duplicação é de R$ 7,7 bilhões, ao longo de 30 anos, com recursos do Estado e da iniciativa privada. Deste total, R$ 3,6 bilhões serão em investimentos em novas obras de manutenção e conservação e em serviços ao usuário.


Pedágio


O valor previsto da tarifa é de R$ 4,50 para veículos leves, mesmo preço para cada eixo de caminhões. A cobrança só será feita depois da entrega de cada trecho de duplicação, com a construção de viadutos, trincheiras, pontes e passarelas.


Para evitar cobranças injustas, o Estado definiu que as quatro praças ficarão fora de áreas densamente povoadas. O governo vai instalar contadores de tráfego, que permitirão aos paranaenses saber quantos veículos transitam e pagam a tarifa. Assim, quando o movimento superar uma banda de tráfego definida em contrato, todo o recurso a mais será revertido ao programa em forma de mais obras, redução de tarifas ou na participação financeira do Estado.


Licitação

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Uma concorrência vai escolher a empresa que vai fazer a duplicação. Além das obras, a vencedora da licitação será sócia do Estado e vai ter que operar e administrar a rodovia, prestando serviços de atendimento aos usuários. O valor da rentabilidade foi definido dentro dos parâmetros adotados pelo governo federal – Taxa Interna de Retorno (TIR) de 8,1%. Este percentual é menos da metade do cobrado no atual Anel de Integração.


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