Capturado no Paraguai após passar 31 anos foragido, Marcos Campinha Panissa foi entregue à PF (Polícia Federal) de Foz do Iguaçu (Oeste) na aduana da Ponte Internacional da Amizade na noite de quarta-feira (15). Ele foi condenado a quase duas décadas de prisão por ter matado sua ex-esposa, Fernanda Estruzani, com 72 facadas em 1989, no centro de Londrina. Deixando a filha que teve com a vítima no Brasil, ele fugiu para o país vizinho próximo à época do crime e constituiu uma nova família, com a esposa atual e filhos não tendo conhecimento do crime cometido pelo patriarca, além da identidade falsa usada por ele para entrar no Paraguai.
A Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) do Paraguai informou que agentes especiais do Gise (Grupo de Investigação Sensível) localizaram Panissa por volta do meio-dia de quarta em uma via pública de San Lorenzo, cidade localizada na Região Metropolitana de Assunção. Ele estava em um veículo quando foi identificado pelos policiais e assumiu sua identidade verdadeira. Jalil Rachid, ministro da Senad, explicou que Panissa usava o nome “José Carlos Vieira” e vivia confortavelmente se dedicando ao comércio.
Receba nossas notícias NO CELULAR
WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.
O homem figurava na lista de Difusão Vermelha da Interpol, com a captura sendo resultado de esforço conjunto entre a Polícia Nacional do Paraguai, a PF (Polícia Federal), o Gaeco/PR (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e a Polícia Militar do Paraná.
Continue lendo na Folha de Londrina: