Portadora de uma deficiência cardíaca, uma menina de apenas dois dias aguarda sua transferência da Santa Casa de Maringá para o Hospital Infantil de Londrina, centro de referência para cirurgias de cardiopatias. O helicóptero do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA), antigo Graer, foi acionado durante a tarde desta terça-feira (28), mas não conseguiu trazer o recém-nascido devido à fragilidade do seu quadro de saúde.
O helicóptero pousou em Maringá por volta das 14h e retornou a Londrina no final da tarde. Durante este período, os oficiais aguardavam a estabilização da criança, mas na única vez em que deixou a UTI da Santa Casa de Maringá, quase deixando o hospital, a criança sofreu uma queda nos sinais vitais e precisou retornar à unidade às pressas.
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O médico do BPMOA, Rodrigo Faria, acompanhou toda a tentativa de transferência e afirmou à reportagem do Portal Bonde que a menina não poderá ser transportada por via aérea. "Seu quadro é muito delicado. Agora será necessário esperar seis horas a contar do momento em que ela retornou à UTI para iniciar um novo procedimento, que não poderá será aéreo", explica.
Às 21h desta terça-feira (28) será feita uma segunda tentativa, desta vez por terra e pelo Samu de Maringá, para trazê-la a Londrina.