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Com a greve, vigias fazem manutenção na UEM e na UEL

Marta Medeiros - Equipe da Folha
06 jan 2002 às 17:28

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A manutenção do câmpus da Universidade Estadual de Maringá (UEM) está sendo feita pelos vigias por causa da greve dos demais servidores da instituição. Para tentar amenizar o acúmulo de trabalho no câmpus, a Diretoria de Serviços e Manutenção (DSM) vai convocar servidores do setor na assembléia do movimento grevista marcada para hoje, a partir da 9 horas no restaurante Universitário.

O câmpus tem 53 alqueires e 240 prédios. Parte dos blocos tem mais de 30 anos e a falta de serviço de manutenção, principalmente nas calhas e telhados, pode ampliar os problemas dos edifícios. Conforme Durante, todos os 140 vigias não aderiram à greve porque a presença de 30% exigida pela lei da essencialidade não seria suficiente para atender o câmpus. ''São os vigias que estão fazendo a roçada e outros serviços mais urgentes'', confirmou o diretor.

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Na Universidade Estadual de Londrina (UEL), o serviço de limpeza e roçagem começou a ser feito poucos dias antes do Natal, por um grupo de cerca de 10 funcionários. Segundo o reitor da UEL, Pedro Gordan, o prefeito do câmpus Francisco Morato convocou o grupo que, em função do mato que cresce a olhos vistos e da sujeira acumulada, está realizando o trabalho aos poucos.

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