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Casas de massagens em Maringá são fechadas

Da Redação - Folha do Paraná
11 jul 2001 às 19:51

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A Polícia Civil de Maringá prendeu e indiciou duas gerentes e uma proprietária de casas de massagem que funcionavam como pontos de prostituição em diversos bairros da cidade. As prisões fazem parte de uma operação "surpresa" realizada na noite de terça-feira que resultou no fechamento de oito casas.

Para esta quinta-feira, a polícia espera a apresentação do sargento da Polícia Militar, André Ruberval Bonfanti, e da companheira dele, Marilda Vicenzia de Souza, apontados como responsáveis por dois pontos de prostituição.

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Em um dos pontos identificados como sendo do sargento trabalhavam 15 mulheres. Nos depoimentos, garotas de programa confirmaram que haviam sido "contratadas" pelo sargento e a companheira dele, Marilda. Elas disseram também que era "normal" a visita de policiais em viaturas da PM. Para tentar disfarçar o endereço do ponto localizado no bairro do Aeroporto, o sargento teria colocado uma placa de alfaiate.


Conforme investigações feitas pela polícia, as casas faturavam em média R$ 25 mil por mês. Algumas garotas contaram que ganhavam "limpo" entre R$ 800,00 a R$ 2 mil dependendo do movimento. As "massagistas" cobravam de R$ 20,00 a R$ 100,00, de acordo com o tipo de programa. Pelo menos metade do valor da "massagem" ficava com o dono da casa.

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* Leia mais em reportagem de Marta Medeiros na Folha do Paraná/Folha de Londrina desta quinta-feira


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